quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Em jogo decidido nos minutos finais, Fama bate o RBFC: 2 x 1

Renan Almeida decidiu o jogo nos minutos finais, o Fama chegou aos 7 pontos, e à classificação para a segunda fase da Taça Cidade.

O jogo era decisivo para as duas equipes. O Fama, que fazia seu último jogo nesta primeira fase da competição precisava, no mínimo, de um empate para passar à próxima fase, mas podendo ficar de fora, dependendo da combinação de resultados, enquanto ao RBFC apenas a vitória interessava, até mesmo para fugir do rebaixamento. Deu Fama que venceu por 2 x 1. Ao alviverde do bairro Bela Vista resta tentar uma vitória em sua última partida no dia 30, contra o Vila Amélia para permanecer na Primeira Divisão.

Com uma equipe completamente diferente das apresentações anteriores, o Fama marcou melhor e construiu boas jogadas de ataque na primeira etapa, e poderia ter conquistado um resultado elástico, não fossem as chances desperdiçadas por seus atacantes. No primeiro minuto de jogo, Fé alçou bola no segundo pau e Juninho Reizinho testou no contrapé do goleiro Anderson, mas para fora.

Os comandados de Vinicius Bravo dominavam o setor de meia cancha, e pressionavam seu adversário em busca do primeiro gol. O RBFC aceitava a pressão e pouco construía em termos ofensivos. Aos 20, numa falha do goleiro Anderson, que soltou bola fácil, Juninho quase abriu o marcador, mas a bola saiu caprichosamente à direita do gol alviverde. A primeira chance do RBFC veio somente aos 27 minutos, de bola parada. Bismarck bateu falta frontal e assustou Rodrigo.

Aos 32 minutos Renan Almeida cruzou na área e a dupla de zagueiro do Fama deu uma de atacante. Abimael escorou de cabeça e Neguinho bateu sobre o gol alviverde. Aos 34, Rafael Cetto arriscou de fora da área e Anderson deu rebote. Juninho Reizinho completou para as redes, mas o assistente Vitor Tomazi dedurou e o árbitro anulou o gol.

Só dava o Fama. Depois de uma blitz na grande área, Rômulo pegou rebote e soltou um canudo. A bola desviou na zaga e quase enganou Anderson, que fez sensacional defesa e colocou a escanteio de pontinha de dedo, aos 35. Aos 44 a casa caiu. Renan Almeida lançou bola longa para Rômulo. O meia conseguiu o domínio e bateu de canhota para abrir o placar e fazer 1 x 0 Fama, dedicando o gol à namorada Marcela, decretando o resultado da primeira etapa.

Atrás no marcador e correndo risco de rebaixamento, o RBFC voltou com alterações em suas fileiras e com postura mais ofensiva, com Beto, Washington e Hugo deixando o gramado, para as entradas de Thiago, Izaac e Rômulo, respectivamente. Mas a primeira chance de gol foi do Fama logo no primeiro minuto. Rômulo fez boa jogada pela esquerda de ataque e colocou rasteiro na área para Juninho Reizinho bater fraco e Anderson fazer defesa fácil.

Aos 17 minutos, a casa caiu do lado do Fama. Thiago bateu falta pela esquerda de ataque, a bola quicou na área e sobrou para Bismarck, livre de marcação no segundo pau, testar para as redes, decretando o 1 x 1. Um minuto depois, Rodrigo Binda deixou o campo para a entrada de Marcelo, no Fama. Aos 22, o mesmo Bismarck quase vira o jogo. O atacante ganhou jogada no meio, avançou até a área adversária e soltou um canudo para Rodrigo fazer ótima defesa e evitar o segundo gol alviverde.

Aos 27 e 28 minutos, Juninho Reizinho e Rafael Cetto saíram para as entradas de Pedro e Nicolas, respectivamente, tornando a equipe um pouco mais ofensiva. Pedro teve ótima chance de fazer o dele aos 37 minutos, numa bola alçada na área por Nicolas, mas o meia testou fraco em cima de Anderson. Neguinho, aos 38, soltou um rojão de fora da área e Anderson bateu roupa. Nicolas tentou uma meia bicicleta e errou o alvo, perdendo boa chance de gol.

O jogo era lá e cá, com as duas equipes buscando a vitória a todo momento. Depois de boa trama de ataque, aos 40, Genivan arriscou de fora da área. Rodrigo fez excelente defesa e deu rebote, mas a zaga afastou o perigo. Aos 42, depois de uma blitz na área alviverde, o Fama fez 2 x 1 através de Renan Almeida, resultado final da partida. O meia dedicou seu gol a Bárbara, sua namorada. Bismarck ainda teve a chance do empate na cobrança de uma falta e a bola saiu tirando tinta do poste esquerdo de Rodrigo, que tirou o gol com os olhar.

O RBFC voltará a campo às 20:45 horas do dia 30, quando enfrentará o Vila Amélia, precisando da vitória para permanecer na elite do futebol amador colatinense. O Fama encerrou sua participação na primeira fase.

FICHA TÉCNICA:

RBFC: Anderson, Hugo(Rômulo), Leandro, Washington(Izaac) e Hoberdan; Beto(Thiago), Maykon, Adriano e Joberson; Genivan e Bismarck. Treinador: Nivaldo
FAMA: Rodrigo, Juninho, Neguinho, Abimael e Fé(Geislan); Léo, Rodrigo Binda(Marcelo), Rafael Cetto(Nicolas) e Rômulo; Renan Almeida e Juninho Reizinho(Pedro). Treinador: Vinicius Bravo
ÁRBITRO: Ronison dos Santos Silva
ASSISTENTES: Vitor Tomazi e Herivelton Elias da Rocha Monteiro

FOTO: O meio campo Rômulo(esq), ao lado do atacante Renan Almeida, autor do gol da vitória do Fama

E passa a bola!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Vila faz sua melhor partida, e goleia o Operário: 4 x 1

Com o atacante Thiago e o volante Dudu improvisados na zaga, o Operário perdeu ofensivamente. Já o Vila, trouxe Glaucio e Welerson, que estrearam fazendo gols, e o bom Wilker.

Num jogo cheio de expectativas, em que uma derrota significaria a lanterna da chave A, e grandes possibilidades de cair para a Segundona, fazendo sua melhor apresentação, o Vila Amélia não quis saber de lero-lero e goleou o Operário por quatro tentos a um, na noite desta quinta-feira, 11, no Estádio Municipal Justiniano de Mello e Silva, pela terceira rodada da Taça Cidade de Colatina. Com este resultado, o Vila deixou a incômoda posição de lanterna, e assumiu o terceiro lugar na tabela de classificação.

Promovendo as estréias de Wilker, Glaucio e Welerson, o Vila queria deixar a lanterna de sua chave e subir na tabela de classificação. Do outro lado, o Operário vinha com várias improvisações, o que deixava sua equipe bastante vulnerável, principalmente no seu setor defensivo. O jogo começou devagar, com as duas equipes se estudando e procurando uma forma de chegar ao gol adversário. Duzinho pelo Operário e Welerson, pelo Vila, tiveram boas chances de marcar, mas erraram na conclusão final.

Com uma equipe mais homogênea, e com boa participação dos estreantes, o Vila abriu o marcador aos 17 minutos, através de Glaucio. A jogada começou com o desarme de Macaná no meio campo. Com ótima visão de jogo, ele lançou Glaucio nas costas de Mateus. O atacante ganhou de seu adversário na velocidade, invadiu a área e bateu por baixo na saída de Sissi para fazer 1 x 0.

A primeira chance de gol do Moleque Travesso aconteceu numa cobrança de falta de Macaná em Igor, nas proximidades de área. Fio bateu e assustou Elton, aos 22. Jadinho, aos 29, numa cobrança de escanteio de pé trocado, quase empata num gol olímpico. A bola beijou o travessão de Elton e saiu do outro lado. Na seqüência, Kalel arriscou de fora da área, e a bola saiu rente ao poste direito de Elton.

Com saídas de bola de qualidade, as duas equipes se revezavam no ataque, mas pecavam na hora do arremate final. Aos 33, o ótimo Kalel dominou bola frontal, e soltou um canudo. Sem chance de fazer a defesa, Elton só acompanhou com os olhos. Com marcação frouxa no meio campo, o Operário deu espaço para Nego Lê municiar o ataque. Glaucio recebeu pela esquerda da grande área e, sem espaço para a conclusão, cruzou bola na medida para Welerson, livre de marcação na cara de Sissi, testar no contrapé do goleiro tricolor, e mexer no placar, fazendo 2 x 0 Vila, fechando o placar da primeira etapa.

O Moleque Travesso voltou para a segunda etapa com alterações. Eduardo na vaga de Mateus. A outra alteração foi no posicionamento de Duzinho e Kalel. O primeiro foi para o ataque, e o segundo voltou para o meio campo. O resultado foi imediato. Aos 2 minutos, Kalel roubou bola de Nego Lê e tocou no meio da zaga para Duzinho. O atacante se precipitou e bateu de fora da área, a esquerda de Elton. Aos cinco, a casa caiu. Na cobrança de uma falta de Duzinho, pela esquerda de ataque, o zagueiro Thiago subiu mais que a zaga adversária e testou com estilo para o fundo das redes e diminuiu para 2 x 1 Vila, colocando mais lenha na fogueira.

O Moleque Travesso era só pressão, e parecia que o empate sairia em questão de minutos. Com Jadinho e Kalel tomando conta do meio campo, o Operário crescia a olhos vivos, e boas chances de gol eram construídas, mas foi o Vila quem quase coloca água no chopp tricolor. Aos 9, depois de bate-rebate na área, Glaucio aproveitou rebote de Sissi e bateu para as redes. O assistente Alcenir Pereira dedurou o impedimento e o árbitro confirmou, anulando o gol.

Com o desgaste físico, as duas equipes passaram a trabalhar melhor a bola no meio campo e, com enfiadas de bolas mais precisas para seus atacantes, faziam Sissi e Elton trabalharem. Pelo lado tricolor, Jadinho era o homem encarregado de municiar o ataque, principalmente com Duzinho, que levava perigo constante ao gol canarinho. No Vila, Wilker tinha esta função.

Com as duas equipes mais preocupadas com o que a torcida mais gosta, que são os gols, o jogo ganhou ares de uma final. Aos 21. Wilker meteu bola no costado da zaga e Sissi saiu para fazer defesa arrojada nos pés de Popoio, que pegou o rebote e cruzou para o meio da área, mas não encontrou um companheiro para a conclusão a gol. Dois minutos depois, foi Renan Cal quem lançou Welerson pela esquerda da grande área, no costado de Édipo. Ele ganhou de Dudu na velocidade, tirou de Sissi e bateu pelo alto com o gol vazio, mas errou o alvo. No minuto seguinte, Wilker deixou o gramado para a entrada de Rodela, com Welerson voltando para o meio.

O jogo era lá e cá, e o torcedor sentindo o bom momento, e querendo soltar o grito de gol, permanecia tenso nas arquibancadas. Aos 26, na cobrança de uma falta frontal, Duzinho tirou da barreira e, quando a bola ia morrendo nas redes, Elton apareceu como um gato e fez excelente defesa, colocando a escanteio e evitando o empate tricolor. Desgastado fisicamente, Kalel deixou o campo para a entrada de Camilo. Aos 30, na cara de Elton, foi Igor quem perdeu ótima chance de gol.

Com a saída de Kalel, Jadinho ficou sozinho com a função de construção das jogadas de ataque tricolor. Muito pouco para quem estava em desvantagem no placar e precisava desesperadamente de uma vitória. Aos 31, o Operário sentiu na pele a possibilidade de uma queda para a Segundona. Aproveitando uma sobra de bola na entrada da grande área, depois de dividida entre Nego Lê e Thiago, Welerson bateu forte e ampliou para 3 x 1 Vila, apagando o fogo do Moleque Travesso.

Mesmo desmotivado e perdido em campo, o Operário foi prá cima em busca de um resultado pouco provável. Aos 35, Jadinho fez ótimo lançamento para Duzinho driblar seu marcador e bater fraco para a área e a jogada morrer nos pés de Macaná, que saiu jogando. Para fechar o caixão, no último minuto de jogo e ótima metida de bola de Nego Lê, Rodela só tirou de Sissi e escreveu o placar final de Vila Amélia 4 x 1 Operário.

O Operário voltará aos gramados, num jogo de vida ou morte, às 20:45 horas do dia 23, quando enfrentará o líder da chave, com 7 pontos, o Posto Ipiranga, enquanto o Vila vai encarar o RBFC no mesmo horário, porém, do dia 30, no último jogo da primeira fase da competição, já sabendo o resultado de que precisa para permanecer na Primeira Divisão.

FICHA TÉCNICA:

VILA AMÉLIA: Elton, Maxwell, Malafaia, Élcio e Popoio; Nego Lê, Macaná, Renan Cal e Wilker(Rodela); Welerson(Dudu) e Glaucio. Treinador: Dejanir do Valle
OPERÁRIO: Jadson, Mateus(Eduardo), Dudu, Thiago e Édipo; Divaldo, Fio, Jadinho e Duzinho; Kalel(Camilo) e Igor. Treinador: Sidney Francisco.
ÁRBITRO: João Luis Oliveira
ASSISTENTES: Alcenir Pereira e José Chaves da Silva

FOTO: O volante Lê(dir.) – 41 anos -, ao lado de Glaucio, que estreou fazendo o primeiro gol do Vila.

E passa a bola!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Botafoguinho bate Juventus, e encosta nos lideres

O alvinegro precisava da vitória para não se afastar dos líderes. Já o Juventus, sem Diogo e Bibi e apenas Dany na suplência, continua em queda vertiginosa para a Segundona.

Difícil a situação do Juventus. Depois de três rodadas sem vitória, saldo negativo de sete gols, e apenas mais um compromisso pela Taça Cidade, permanecer na Primeira Divisão se tornou quase impossível. Para que isto aconteça, os juventinos terão de golear o Fortaleza na última rodada, e ainda contar com uma goleada do Botafoguinho sobre o Dom Bosco. Veja a classificação no site, e faça suas contas.

Na noite desta segunda-feira, 09, jogando no Municipal, o Botafoguinho não precisou jogar tudo que sabe para golear o Juventus pelo elástico placar de 5 x 0, com gols de Kalu, Ricardo Paraíba(2), Jefinho e Rômulo. Com este resultado, o alvinegro chegou aos seis pontos, encostou na parte de cima da tabela de classificação, e assumiu a segunda posição no grupo B, enquanto o Juventus continua de morro abaixo, em direção à Segunda Divisão.

O Botafoguinho voltará a campo às 19:45 horas da quinta-feira, 18, quando enfrentará o Dom Bosco, enquanto o Juventus vai encarar o Fortaleza no mesmo horário, mas do dia 25.

Fazendo boa marcação no meio campo e saindo para o ataque com qualidade, o alvinegro abriu o placar aos 17 minutos, quando Paraíba serviu Kalu na entrada da grande área. O atacante dominou, girou sobre seu marcador, e bateu forte no canto direito de Rafael, que só viu a bola no fundo das redes. 1 x 0. O Juventus só incomodou aos 24, quando Thiago Rosa cobrou escanteio pela direita, e a bola bateu sobre o travessão de Deivid e saiu do outro lado.

Com marcação frouxa no meio campo, o Juventus foi presa fácil para o alvinegro, que queria jogo. Numa cobrança de falta do meio da rua, Kalu soltou um petardo para Rafael fazer excelente defesa, mas dar rebote. A zaga parou na jogada, e Ricardo Paraíba só empurrou para as redes, fazendo 2 x 0 aos 26 minutos. Aos 42 Kalu ainda teve a chance de ampliar, mas Rafael saiu para fazer defesa arrojada nos pés do atacante, e evitar o terceiro gol.

A segunda etapa começou com o Juventus no ataque, e Alex Goiano cruzando na medida para Regis subir livre de marcação à frente de Deivid, mas errar o cabeceio e perder a chance de encostar no placar, logo aos 3 minutos. Um minuto depois, o Botafoguinho ampliou. Ricardo Paraíba recebeu bola pela esquerda de ataque, driblou seu marcador, entrou na área e, na saída de Rafael, só rolou para Jefinho bater para as redes e fazer 3 x 0. Sem dar chances a seu adversário, aos 7, num cruzamento de Jefinho no segundo pau, Célio Garcia só ajeitou e Ricardo Paraíba completou para as redes. 4 x 0.

A melhor chance juventina veio aos 27 minutos, numa saída errada de Deivid. Regis agradeceu o presente, mas retribuiu chutando nas redes pelo lado de fora. Aos 35, Deco arriscou de fora da área e Jonathan deu rebote, mas a defesa chegou para afastar o perigo. Aos 41, Delei dominou bola na linha divisória do gramado e a conduziu até as proximidades da grande área juventina. Sem marcação, o meia tocou para Rômulo driblar seu marcador, bater na saída de Rafael e decretar o placar final de Botafoguinho 5 x 0 Juventus.

FICHA TÉCNICA:

BOTAFOGUINHO: Deivid(Jonathan), Geismar, Célio Garcia, Xisto e Leandro; Duda(Bila), Rafinha(Toti), Delei e Jefinho(Rômulo); Kalu e Ricardo Paraíba. Treinador: Garrafa
JUVENTUS: Rafael, Rulio, Giovani, Júlio César e Dri; Deco, Alex Goiano, Sandro e Leley; Thiago Rosa(Dany) e Regis. Treinador: Sandro Gonçalves
CARTÕES AMARELOS: Sandro(JUV) e Bila(BOTA)
ÁRBITRO: Evandro Tomazi
ASSISTENTES: Victor Tomazi e Sebastião Fernandes Assis

FOTO: Os atacantes Rômulo(esq) e Kalu, do Botafoguinho

E passa a bola!

sábado, 6 de outubro de 2012

Castelo Branco bate a Amoss, e conquista título do Futsal Colatinense


O jogo foi muito bom para um público que não preencheu 10% das dependências do ginásio. A Castelo Branco foi superior e mereceu o título com méritos.

Em 2011, em sua primeira participação, o título bateu na trave. A eliminação veio na semifinal quando, após um empate em dois tentos, acabou eliminado pelo Proálcool, na cobrança de penalidades. Veio a competição a nível estadual e o gostinho de conquistar um título deu maior motivação à direção para aprimorar o trabalho e manter o grupo. Boa escolha! Numa clara demonstração de que bons frutos foram colhidos, o título municipal veio com a conquista desta noite de sexta-feira, 05, quando a Castelo Branco bateu a Amoss por 4 x 1, em jogo realizado no Ginásio Castelão.

AS CAMPANHAS

AMOSS: 1 x 1 Aparecida, 6 x 4 Goela Seca, 1 x 0 Bela Vista, 2 x 3 Ipiranga, que incluiu um atleta irregular, perdeu os pontos e foi eliminado da competição), na semifinal e 1 x 4 Castelo Branco na final.

CASTELO BRANCO: 2 X 0 Dom Bosco, 5 x 2 São Pedro, 5 x 0 Ipiranga, 2(4) x 2(3) Aparecida, na semifinal e 4 x 1 Amoss, na final.

O JOGO

Quem imaginou que a Amoss viria apenas para cumprir tabela, pode comprovar com o bom futebol demonstrado nesta partida que decidiu a Primeira Divisão do Futsal Colatinense, que ela queria mais. Se não pudesse chegar ao título, pelo menos daria trabalho. E assim aconteceu.

Muito confiante, a Castelo Branco entrou em quadra com o propósito de levantar seu primeiro título municipal, mas foi a Amoss quem quase inaugurou o marcador, numa bobeada de Geraldo na saída de bola. Juliano sobrou livre na cara de Daniel e bateu pelo alto. A bola explodiu no peito do goleiro, que fez ótima defesa, logo aos 3’20”.

Os grenás tinham trunfos na manga, que pareciam estar sendo reservados para mexer com o pequeno público que compareceu ao Ginásio Castelão. Aos 5’10”, depois de cobrança de tiro de canto e jogada ensaiada, Parlen tocou pelo alto e Klebinho chutou sobre o gol de Igor. Boas jogadas eram construídas, mas a Castelo Branco pecava nas conclusões. Do outro lado, a Amoss pressionava, trocava passes mas, no arremate final, era o goleiro Daniel quem fazia defesas sensacionais e não permitia que sua cidade caísse.

Aos 13’50”, numa saída perfeita de bola, Arthur colocou nos pés de Douglas, que finalizou sobre o gol de Daniel. Klebinho, aos 14’15”, finalmente acertou um chute e colocou a Castelo Branco na frente. Ele bateu de bico e colocou no cantinho esquerdo de Igor. A Amoss bobeou e sofreu o segundo logo aos 14’50”, quando Geraldo tabelou com Klebinho e só tirou do goleiro, para fazer 2 x 0 Castelo.

Os gols deram uma demonstração de uma equipe que sabia o que queria e que só precisava trabalhar melhor a bola e finalizar com mais precisão. Na Amoss pressionava em busca de seus primeiro gol s, aos 17’15”, Juliano fez boa tabela com Delei, e bateu rasteiro para o gol, mas Daniel fez grande defesa com os pés. Na última chance de gol na primeira etapa, numa saída errada de Marcelinho e toques rápidos Klebinho tocou para Roni esticar bola para Parlen, livre de marcação debaixo da trave, perder gol que até minha avó faria.

A Castelo Branco voltou para segunda etapa determinada a ampliar sua vantagem e logo aos 2’30”, Gedeon perdeu chance na cara de Igor. O goleiro cresceu à sua frente e fez ótima defesa. As tabelas da Castelo Branco já estavam se tornando uma constante e a Amoss não conseguia evitar. Aos 4’05”, depois de tabela curta com Geraldo, Gedeon bateu rasteiro e Igor segurou firme.

Depois de boas chances construídas e ótimas defesas de Daniel, a Amoss fez seu gol, através de Douglas, que passou no meio de dois adversários e bateu forte, sem chance de defesa para Daniel, encostando perigosamente no placar. 2 x 1. O jogo ficou muito igual até os dez minutos, com belas jogadas de ambos os lados e grandes defesas dos goleiros.

A partir dos dez minutos, a Castelo Branco passou a trabalhar melhor a bola, gostar mais do jogo, o que a tornou difícil de ser contida. Aos 10’35”, Romarinho deixou o dele, depois de mais uma saída errada de bola de Marcelinho da defesa para o ataque. 3 x 1. Aos 14’40”, foi Arthur quem perdeu boa chance numa rolada de bola de Juliano, finalizando sobre o gol de Daniel. Na última volta do ponteiro e linda tabela com Gedeon, Geraldo fez ótimo passe para Roninho, que só teve o trabalho de empurrar para as redes e soltar o grito de é campeão... é campeão.

FICHA TÉCNICA:

AMOSS: Igor Zaché, Deley, Arthur, Juliano e Douglas. Entraram no decorrer da partida: Thiago Milanezi e Maxwell. Treinador: Jarjurinha
CASTELO BRANCO: Daniel, Geraldo, Parlen, Roninho e Klebinho. Também jogaram: Gedeon e Romarinho. Treinador: Marcelinho Gaúcho.
ÁRBITROS: Itamar Cassiano da Silva e Mateus Ventura, com um bom trabalho.

FOTO: A equipe da Castelo Branco, campeã da Segunda Divisão 2012.

E passa a bola!

Aparecida vence Dom Bosco, e conquista título de Futsal Máster


Na fase de classificação, o Dom Bosco só somou derrota. O Aparecida, que fez campanha bem superior, teve de jogar muito para superar um adversário que foi guerreiro até o último minuto.

 

Jogando no Ginásio Castelão, no bairro Maria das Graças, na noite desta sexta feira, 05, o Aparecida bateu o Dom Bosco por quatro tentos a dois e conquistou o título de campeão da Taça Cidade Colatina de Futsal Máster. Os gols foram assinalados por Solimar, Bimbim, Marcelinho e Flávio Cani para o campeão, enquanto Jailson e Ronaldo, marcaram para o Dom Bosco. O artilheiro, com sete gols foi Batistinha do Castelo Branco, enquanto Jackson ficou com o troféu de goleiro menos vazado, com apenas três gols.

AS CAMPANHAS

DOM BOSCO Disputou cinco jogos, com quatro derrotas e apenas uma vitória. Confira: 0 x 3 Pancas; 1 x 2 Posto Ipiranga; 1 x 3 Aparecida; 2 x 1 Castelo Branco na semifinal e 2 x 4 Aparecida na Final.

APARECIDA Foram cinco jogos, com quatro vitórias, uma derrota, vinte gols consignados e apenas sete sofridos. Confira a seguir: 3 x 4 Castelo Branco; 7 x 0 Colatina Velha; 3 x 1 Dom Bosco; 3 x 0 Ipiranga na semifinal e 4 x 2 Dom Bosco na final.

O JOGO

Mesmo com uma equipe mais equilibrada, superior tecnicamente, conhecedora dos atalhos para se chegar a uma decisão e ao título, o Aparecida começou de forma tímida e atrás no marcador. Aos 6’25”, aproveitando falha de Bimbim numa saída para o ataque, Jailson fez a roubada de bola e bateu entre as pernas de Jackson e colocar o alvianil à frente do placar. Um minuto depois, numa bela rolada de bola de Célio, Mazinho carimbou o poste direito do goleiro Estranho.

Com mais posse de bola e jogadas bem trabalhadas, o Aparecida empatou aos 13’10”. numa bela trama com Mazinho, Soli entrou na área, driblou o goleiro e só empurrou para as redes e decretar o 1 x 1. Aos 15’50” foi Fuskinha quem perdeu ótima chance de virar o jogo, quando estava livre e de frente para o crime, depois de tabelar com Soli, batendo fraco em cima do goleiro adversário.

O Dom Bosco chegou com perigo nos minutos finais da fase inicial. Aos 17’30” Estranho deu uma de goleiro linha, e soltou um bicudaço do meio da rua e Jackson fez defesa plástica. Rubens, aos 19’12” girou sobre seu marcador e bateu forte para Jackson fazer sensacional defesa e garantir o empate em 1 x 1 na primeira etapa.

O jogo era lá e cá, com as duas equipes apostando em jogadas individuais de algumas peças. Aos 6’10”, Bimbim fez boa tabela com Marcelinho e bateu a gol para Estranho defender parcialmente. A bola bateu no poste esquerdo de Estranho e voltou para Bimbim, na saída do goleiro, dar um totozinho e encobrir o goleiro, fazendo um gol de placa e virando o jogo para 2 x 1 Aparecida.

O Dom Bosco bem que tentou chegar ao gol de empate, mas foi o Aparecida quem ampliou. Bimbim, depois de falha da defensiva alvianil, roubou bola quase na linha lateral, e só rolou para Marcelinho, com o gol vazio, bater por cobertura e ampliar para 3 x 1 Aparecida, aos 8’10”. Aos 9’45”, com a colaboração de Estranho, Flávio Canni bateu quase da linha de fundo, e o goleiro alvianil colocou para dentro. 4 x 1 Aparecida.

Acostumado com títulos e sem ter conquistado unzinho sequer em 2012, o Dom Bosco foi prá cima na tentativa de uma reação, e diminuiu aos 10’56”. Tonho Luppi cobrou falta frontal, tirou da barreira e encontrou Ronaldo livre debaixo do gol. Aí foi só escorar e comemorar. 4 x 2. O alvianil foi só pressão até o final do jogo, porém, o Aparecida soube conter o ímpeto alvianil e garantiu o título de Campeão Máster de 2012.

FICHA TÉCNICA:

DOM BOSCO: Estranho, Tonho Luppi, Rubens, Jailson e Tico-Mico. Entraram no decorrer da partida: Toninho, Ronaldo, Denilson, Marquinhos e Fernando. Treinador: Nelsinho Mendonça
APARECIDA: Jackson, Flávio Canni, Bimbim, Marcelinho e Célio. Também jogaram: Fuskinha, Carlinhos, Solimar e Mazinho. Chiluca
CARTÕES AMARELOS: Flávio Canni e Solimar(Aparecida).
ÁRBITROS: Edvaldo Elias Martins e Martinho Olivio Teixeira

FOTO: A equipe do Aparecida, Campeã Máster 2012

Na decisão da Segunda Divisão, o APS derrotou o Aeroporto por 2 x 0, com gols de Jefinho e Jean. O campeão jogou com: Dionisley, Toti, Jefinho, Guilherme e Nivaldo. Depois, Jean, Bila, Elisio, Wesley, Deivid e Fábio. O Aeroporto perdeu com: Francislan, Macaná, Popoio, Tininho e Leandro. Depois, Luan e Rômulo. Treinador: Irineu ARTILHEIRO: Jeferson Ramos Martins e Jean Carlos Ramos Martins, do APS, com oito gols. GOLEIRO MENOS VAZADO: Francislan, da equipe do Aeroporto, com seis gols.

E passa a bola!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Posto Ipiranga e Fama empatam, e permanecem na liderança

O Fama sentiu a ausência de seu atacante Mário Henrique e o volante André Fiorotti. No Posto Ipiranga, o treinador preferiu um novo esquema, sacando o atacante Ícaro, e com Jefinho no ataque.

Num jogo com boa movimentação, equilíbrio, e gols apenas na primeira etapa, Posto Ipiranga/Aparecida e Fama não saíram de um empate em um tento, em jogo realizado no Justiniano de Mello e Silva pela terceira rodada da Taça Cidade de Colatina, na noite desta quinta-feira, 04, e mantiveram suas posições de líder e vice-líder, respectivamente, na tabela de classificação.

O Fama começou a partida com mais disposição e no ataque. Aos 10 minutos, numa bola alçada na área por Victor Bravo, Giovani fez carga faltosa em cima do goleiro Wallace e o árbitro não deu. Rodrigo Binda aproveitou a confusão na área e fez Fama 1 x 0. Sem muita criatividade no seu setor de meio campo, o Ipiranga só ameaçou aos 29 minutos, quando Jefinho arriscou de fora da área, mas longe do gol de Rodrigo. Na seqüência, Nicolas deixou o gramado para a entrada do experiente Kill.

O jogo era muito igual, mas com poucas chances de gol construídas pelas duas equipes. Na melhor delas, aos 36, o Posto Ipiranga/Aparecida chegou ao empate. Jefinho fez boa jogada pela esquerda e colocou bola na área, e Willian Pires testou no poste esquerdo de Rodrigo. Depois de bate-rebate na área, Kelinha pegou a sobra de bola e colocou no fundo das redes. 1 x 1. Resultado da primeira etapa.

O Fama começou a segunda etapa com alteração. Fé deu lugar a Léo. Com esta mudança, o treinador José Bravo reforçou a marcação no meio campo, e o meia Rômulo foi para a lateral. O jogo começou quente, e logo na primeira chance de gol, aos 3 minutos, Jefinho bateu forte da entrada da área e o goleiro Rodrigo evitou a virada do Posto Ipiranga, fazendo difícil defesa de pontinha de dedo. Aos 8, numa bela enfiada de bola de Kill, Giovani foi derrubado na entrada da área e o árbitro não deu a falta.

Aos 10, o treinador do Posto Ipiranga sacou o meia Kelinha e mandou o atacante Ìcaro para o jogo, numa tentativa de dar maior mobilidade ao seu ataque e trazer Jefinho, uma cabeça pensante para trabalhar melhor a bola no meio de campo, e fazê-la chegar com qualidade ao ataque. Aos 13, Juninho Reizinho, que acabara de entrar em lugar de Giovani, quase deixa sua marca. Depois de bom passe de Rodrigo Binda, o atacante sassaricou à frente de seu marcador e soltou um canhonaço, que saiu sobre o gol de Wallace.

As duas equipes pareciam satisfeitas com o resultado. No Fama, Kill ditava o ritmo do jogo. Do outro lado, Jefinho era o encarregado desta função. Aos 34, num cruzamento de Willian na área, Jefinho dominou e ajeitou para o chute, mas na hora da conclusão, perdeu o domínio da bola e o segundo gol do Posto.

O Fama teve duas chances de matar o jogo, aos 35 e 44 minutos, mas não soube aproveitar. Na primeira, Kill cobrou escanteio, Neguinho subiu mais que a zaga e testou para o gol, mas William tirou em cima da linha. Aos 40, o volante Dall recebeu vermelho e foi mais cedo para o chuveiro. Na segunda, foi Rafael Cetto quem recebeu ótimo passe em profundidade, driblou seu marcador prá lá e prá, mas na hora da conclusão, soltou um totozinho, que Wallace agradeceu e fez defesa fácil. No placar ficou registrado: POSTO IPIRANGA/APARECIDA 1 X 1 FAMA.

FICHA TÉCNICA:

POSTO IPIRANGA/APARECIDA: Wallace, Lucas, Sabadine, Zé Maria e William(Magno); Sirley, Diones, Kelinha(Icaro) e João Otávio; Jefinho e Willian Pires. Treinador: Chiluca
FAMA: Rodrigo, Victor Bravo, Neguinho, Abimael e Fé(Léo); Dall, Rodrigo Binda, Nicolas(Kill) e Renan Almeida(Rafael Cetto); Rômulo e Giovani(Juninho Reizinho). Treinador: José Bravo.
CARTÕES AMARELOS: Diones, Lucas e Ícaro(PI/A) e Rodrigo Binda, Rodrigo, Rômulo, Giovani e Dall(FAMA).
CARTÃO VERMELHO: Dall(FAMA)
ÁRBITRO: Victor Tomazi
ASSISTENTES: Diogo dos Santos Costa e William Zurlo.

FOTO: Renan(esq), Dall(meio) e o goleiro Rodrigo, do Fama.

E passa a bola!

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Em jogo tumultuado, Inter bate o Dom Bosco de virada e garante vaga na próxima fase

As duas equipes precisavam pontuar para continuarem sonhando com a classificação. Melhor para o Inter, que conquistou sua segunda vitória consecutiva e a classificação para a segunda fase.

Num jogo de seis pontos, onde o perdedor corria sério risco de rebaixamento, o Internacional, de virada, derrotou o Dom Bosco por três tentos a dois e passou a vice-líder da chave B da Taça Cidade, em jogo realizado na noite desta terça-feira, 02, no Justiniano de Mello e Silva. O ponto negativo deste jogo, foi a péssima atuação do árbitro, que aplicou dezesseis cartões, sendo treze amarelos e três vermelhos.

No quarto e último jogo da primeira fase da competição, o matematicamente classificado Internacional enfrentará o Fortaleza às 20:45 horas do dia 16 de outubro, precisando apenas de um empate para consolidar de vez sua condição de vice-líder, enquanto o Dom Bosco vai encarar o Botafoguinho às 20:45 horas do dia 18, em mais um jogo de seis pontos. Em caso de mais uma derrota, e vitórias do Juventus, o alvianil poderá cair para a segundona.

A farta distribuição de cartões começou logo no primeiro minuto de jogo, quando Léo fez falta em Zé Geraldo. Com as duas equipes precisando de um resultado positivo, foi o Dom Bosco quem inaugurou o marcador logo aos 7 minutos, numa bola alçada na área através de Guilherme e cabeceio do zagueiro Reinaldo, que deu uma de atacante. Aos 9, foi Evandro quem tomou cartão amarelo. Aos 16 e 17 foram Danilo, do Dom Bosco e Wilson do Internacional que amarelaram.

Aos 22, o Dom Bosco sofreu sua primeira baixa, com Rodrigo deixando o campo com problemas na panturrilha da perna direita, para a entrada de Vinicius. Melhor distribuído em campo, o Inter chegou ao empate aos 29, numa jogada de Gagaio. O meio campo recebeu bola frontal, buscou espaço pela direita e cruzou na área. Ualas deu furada sensacional e a bola sobrou limpinha para Edson colocar no fundo do barbante e decretar o 1 x 1. Aos 33, Danilo fez falta por trás e, como já tinha um amarelo, tomou o vermelho. Gagaio, aos 37, tomou cartão amarelo. Não perca as contas!

O jogo era bom, com as duas equipes trabalhando bem a bola no meio campo, e o Dom Bosco construiu duas boas chances de gol após os 40 minutos. Na primeira, Diego alçou bola na área para Giovani Arthur subir com Jailson e testar fraco em cima de Leandro, aos 42. Dois minutos depois Léo cobrou escanteio e a bola sobrou para Giovani Arthur testar para o gol. A bola desviou na zaga e sobrou limpa para Leandro fazer defesa fácil.

Com muitas faltas, paralisações e dez cartões, a segunda etapa foi um verdadeiro desastre para a arbitragem. Pedro e Fuskinha levaram amarelo logo aos dois minutos. Reinaldo levou o dele aos 7, e Leandro aos 10 minutos. E tome paralisação. Aos 14 minutos, Vinicius recebeu bola na intermediária contrária, entrou na área e tentou driblar seu marcador. No contato com o zagueiro, o atacante foi ao solo e o árbitro inventou um pênalti. Reinaldo bateu e converteu, colocando o Dom Bosco novamente na frente. 2 x 1. O atacante Vinicius tomou amarelo aos 25. Aos 27, depois de bate-rebate na área, Gagaio pegou o rebote, encheu o pé e a bola explodiu no travessão de Lehrback.


Com maior posse de bola e domínio no meio campo, o alvirrubro sentiu o seu bom momento na partida e foi prá cima, em busca do empate, o que acabou acontecendo aos 28. Uallas cobrou escanteio, Lehrback saiu catando borboleta e Pedro testou para as redes decretando o 2 x 2. Motivado pelo empate, o Inter foi atrás da vitória. Aos 37, Victor Hugo levou o amarelo, depois o vermelho. Aos 39, Eduardo cobrou falta pela direita de ataque, a bola explodiu na barreira e sobrou para Gagaio bater de voleio, fazendo um golaço e virando o jogo para 3 x 2 Inter, dando números finais ao marcador. Bozo tomou amarelo aos 40 e Reinaldo foi para o chuveiro mais cedo, aos 42 minutos.

FICHA TÉCNICA:

DOM BOSCO: Lehrback, Danilo, Giovani Soares, Victor Hugo, Reinaldo e Diego; Evandro(Bozo), Guilherme e Léo; Giovani Arthur e Rodrigo(Vinicius). Treinador: Marquinhos
INTERNACIONAL: Leandro, Zé Geraldo, Wilson, Jailson e Eduardo; Fuskinha, Pedro, Max e Gagaio; Edson e Uallas. Treinador: Vandislau Nunes.
CARTÕES AMARELOS: Leo, Evandro, Danilo, Reinaldo, Giovani Soares, Vinicius, Victor Hugo e Bozo(DB); Wilson, Gagaio, Pedro, Fuskinha e Leandro(INTER)
CARTÕES VERMELHOS: Diego, Victor Hugo e Reinaldo(DB)
ÁRBITRO: Ronison dos Santos Silva
ASSISTENTES: Herivelton Elias da Rocha e Diogo dos Santos Costa

FOTO: Os meio campistas Gagaio(esq) e Pedro, autores dos gols que decidiram a partida para o Internacional

E passa a bola!