sábado, 4 de dezembro de 2010

Seleção da XIV Taça Cidade de Colatina, edição 2010

Como principal destaque, muitos foram os nomes, porém, optamos por Douglas, que além de jogar muito, participou da campanha de um título inédito conquistado pelo Botafoguinho.


Como em outras edições, escalar a SELEÇÃO DA TAÇA CIDADE DE COLATINA, não é uma tarefa das mais fáceis. São doze equipes, duzentos e sessenta e quatro atletas e trinta e sete jogos. Não pude acompanhar todos, mas estive na maioria deles. Naqueles em que não pude estar, conversei com amigos que gostam de futebol e eles me passaram o que de melhor aconteceu nestas partidas. Gostaria de registrar aqui, as grandes atuações de jogadores como o goleiro Alexandre(Academia), o zagueiro Cazalli(Real Madri/CTE Colatina), os meio campistas Divaldo(Vila Amélia) e Zé Victor(JUVENTUS), os atacantes Jr Rosa(ACAMPAMENTO) e Arthur(POSTO Ipiranga), além do zagueiro Neguinho(OPERÁRIO). Vamos à seleção:

SISSI(OPERÁRIO) – Foi o ponto de equilibrio do Moleque Travesso. Fez grandes defesas e levou sua equipe à final, quando foi responsável por grandes intervenções, defendendo tiros livres diretos nas quartas de finais e semifinais, e ainda evitou um maior vexame na goleada sofrida para o Botafoguinho, na grande final. NOTA 9,5

GEDEON(BOTAFOGUINHO) – Pelo seu lado começavam todas as jogadas de saída de bola alvinegra. Com fôlego invejável, fazia o vai e vem com perfeição e ainda se infiltrava pelo meio na tentativa de tabelas e arremates ao gol adversário. Sabe jogar como ala e também como lateral. NOTA 8,0

DANIEL(BOTAFOGUINHO) – A mesma categoria de sempre. Quando pode, saiu jogando e, quando acossado, saia no chutão mesmo. Subiu ao ataque por diversas vezes e marcou alguns gols. Esta se aperfeiçoando na cobrança de faltas próximas à área, e levou perigo em alguns lances. Anda meio irritado ultimamente, e isto lhe custou alguns cartões. NOTA 8,0

ABIMAEL(OPERÁRIO) – No mesmo nível de Daniel. É o zagueiro que não brinca em serviço. Joga sério e ainda se transformou em zagueiro artilheiro, fazendo gols decisivos. Ao lado de Neguinho, é um dos líderes do Moleque Travesso. NOTA 8,0

DIEGO SANTOS(JUVENTUS) – Nesta edição da Taça Cidade jogou como meio campista, porém, sua posição, com certeza, é a ala ou lateral esquerda. É excelente na marcação e também apóia o ataque com eficiência. Corrigindo seu pior defeito – joga de cabeça baixa –, poderá ter chances em grandes clubes profissionais do país. NOTA 8,0

XISTO(BOTAFOGUINHO) – Filho de peixe, peixinho é. Se adaptou à função de líbero e encaixou como uma luva no campeão alvinegro. Jogando na sobra, entre os zagueiros, esteve perfeito. Joga muito, porém, às vezes se deixa levar pelos nervos, abusando da violência e desfalcando sua equipe. NOTA 9,0

DUDA(BOTAFOGUINHO) – Desde que começou a jogar no alvinegro, a defesa teve outra postura e poucos gols tomou. Na proteção à zaga e na saída de bola, foi perfeito. É jogador veterano(35), de ótima técnica e dificilmente erra um passe. Foi o líder que a equipe precisava na grande final. NOTA 9,5

DELEI(BOTAFOGUINHO) – Foi um verdadeiro operário e um dos jogadores mais regular na equipe do alvinegro. Marcou, armou e ainda achou espaço para ir ao ataque e fazer gols. Procurou ser a melhor opção para o passe e teve a sua melhor performance, em todas as edições da Taça Cidade. Sua vontade de levantar a taça de campeão foi tamanha, que não aceitou a sua substituição, aos 73 minutos de jogo. Saiu, mas contra a sua vontade. NOTA 9,5

NEGO(BOTAFOGUINHO) – Com a bola nos pés, ele sabe tudo de bola. Sem ela, ele já não se movimenta como antes, mas tem uma noção de espaço como poucos. Com muita visão de jogo, deixou seus companheiros, por diversas vezes, na cara do goleiro adversário. Me pareceu que tinha algum problema de contusão e, no aspecto físico, ficou devendo, pois visivelmente esgotado, foi substituído por várias vezes logo no inicio da segunda etapa. NOTA: 8,0

MÁRIO HENRIQUE(ACAMPAMENTO) – É um jogador completo. Chuta com as duas pernas, joga como atacante, pelo meio, pela direita ou pela esquerda, meia atacante, buscando a bola em seu próprio campo ou partindo com ela dominada, a partir do campo adversário. Fez gols decisivos e foi o principal destaque em sua equipe. Este é o tipo de jogador que tem lugar em qualquer equipe profissional do mundo. Uma pena que não temos quem enxergue isso em nossa cidade e até em nosso estado. NOTA 10,0

RICARDO PARAIBA(BOTAFOGUINHO) – Muito bem fisicamente e, em estado de graça, o atacante alvinegro sobrou nesta Taça Cidade. Ao lado de Badim, desmontou todas as defensivas contrárias, levando sua equipe a ter o ataque mais positivo da competição(35) Foi o atacante que mais marcou gols em todas as edições da Taça Cidade(18). NOTA 10,0

TREINADOR: CHILUCA(BOTAFOGUINHO) – Depois da estréia com derrota para o Juventus(1 x 2), teve a visão de quão vulnerável ficava sua defesa com os dois laterais subindo simultâneamente e sobrecarregando Xisto e Duda, responsáveis pela proteção à zaga. Trouxe Xisto para jogar como líbero e colocou Célio Garcia e Daniel jogando mais pelos lados, protegendo as subidas dos laterais. Acertou seu sistema defensivo e fez substituições em sua equipe, que mantinham a mesma pegada e padrão de jogo dos titulares. NOTA 9,5

ÁRBITRO: ALFONSO SCARPATTI – Esteve muito bem fisicamente e acompanhava as jogadas de perto. Quando algum atleta cometia alguma falta e se preparava para alguma reclamação, ele já estava tão próximo do lance, que inibia qualquer atleta. Não é árbitro que gosta de utilizar os cartões para intimidar o atleta. Tenta levar o jogo na conversa, porém, não deixa de aplicar o cartão, quando necessário. NOTA 9,5

PRINCIPAL DESTAQUE: O principal destaque para esta edição da Taça Cidade pouco jogou, porém, quando o fez, foi com muita personalidade e determinação. Com apenas 16 anos, DOUGLAS(BOTAFOGUINHO), jogou a grande final e participou de três gols de sua equipe. No início, como já se esperava, foi tímido e pouco apoiou. Quando viu que tinha espaço e que poderia decidir a partida, teve iniciativa e se constituiu numa das principais peças do campeão.

Para fazer justiça, caso Badim(BOTAFOGUINHO) jogasse a semifinal e a final, eu teria de escalar doze jogadores para esta seleção. O camisa 11 alvinegro foi o homem que desmontou todos os sistemas defensivos e um dos principais articuladores da equipe. Fez gols e formou uma dupla de ataque perfeita, ao lado de Ricardo Paraíba. NOTA 10,0

Parabéns a todos e, que no próximo ano, se Deus assim nos permitir, possamos estar juntos novamente.

E passa a bola!

domingo, 28 de novembro de 2010

Botafoguinho goleia Operário por 4 a 0 e conquista título da Taça Cidade

Depois de quatro temporadas batendo na trave e correndo atrás do título da Taça Cidade, o Botafoguinho de Hélio Preto e do bairro Santo Antonio finalmente conquistou título inédito para suas cores. Para fechar a competição com chave de ouro, o alvinegro goleou o Operário por 4 tentos a 0 no Estádio Justiniano de Mello e Silva na noite deste sábado, 27, depois de uma campanha onde realizou oito jogos, obteve seis vitórias, um empate e apenas uma derrota. Assinalou 35 gols e sofreu apenas 11 e teve em Paraíba, o artilheiro da competição, com 18 gols. Maior artilheiro de todas as edições.

O jogo começou com o Botafoguinho querendo jogo e o Operário assustado com a pressão sofrida. Com dez minutos, o Botafoguinho já havia perdido três gols incríveis. Dois com Paraíba que, na cara de Sissi, bateu em cima do goleiro. A terceira chance ficou por conta de Douglas que, livre na cara de Sissi, ficou sem saber o que fazer com a bola e atrasou para o goleiro. O tricolor deu o troco aos 13, com Eduzinho que, num tiro esquinado, assustou Henzo.

Sem o meio campo Pedrinho e o atacante Wesley, principais jogadores de sua equipe e, com seu meio campo completamente perdido e apático, o Operário não conseguia construir jogadas de ataque que levasse perigo ao gol de Henzo. O Botafoguinho, jogando num 3-5-2, onde Xisto fazia o papel de líbero, jogando entre Célio Garcia e Daniel, queria jogo e matar o jogo ainda na primeira etapa. Aos 18, Paraíba recebeu bola pela direita da pequena área adversária e bateu forte para defesa parcial de Sissi. Douglas pegou o rebote e encheu o pé, para Sissi fazer outra grande defesa. Porém a bola sobrou novamente para Paraíba colocar no fundo das redes. Botafoguinho 1 x 0.

O tricolor sentiu o golpe, enquanto o alvinegro sentindo o bom momento foi pra cima na tentativa de ampliar o marcador. Numa bobeira de Neguinho na tentativa de sair jogando, Paraíba bateu-lhe a carteira, entrou na área e, na saída de Sissi, só rolou para Victor, com o gol vazio, ampliar para 2 x 0, aos 26. Dois minutos depois, timidamente, o tricolor chegou ao gol alvinegro. Após cruzamento de Filipe, Rafael subiu mais que a zaga e testou sobre o gol de Henzo.

Aos 31, foi Rafael quem quase entregou o ouro. Na tentativa de virar o jogo da esquerda para a direita, o atacante colocou a bola nos pés de Delei. O meio campista agradeceu a gentileza, avançou com a bola dominada, entrou na área e bateu na saída de Sissi, que fez a defesa com os pés. Tocando a bola com inteligência e jogando no erro adversário, o Botafoguinho fez 3 x 0 aos 42. O atacante Paraíba chutou de fora da área, Sissi fez defesa parcial e Nego pegou o rebote para decretar Botafoguinho 3 x 0 Operário, placar da primeira etapa, em nova bobeada geral do tricolor.

Para a segunda etapa, nada mudou. O alvinegro jogava tudo e o tricolor não jogava nada, apesar da alteração processada por Fortunato Soares em sua equipe. Dudu e Diogo cederam seus lugares a Elti e Leandro, respectivamente. Sem medo de ser feliz, o Botafoguinho foi pra cima e fez 4 x 0 logo aos 4, em novo erro da retaguarda tricolor. Desta vez foi Nego quem fez uma roubada de bola e serviu o artilheiro Paraíba. O artilheiro recebeu em boas condições de finalização, mas preferiu tocar de volta para Nego completar para o fundo das redes. Aos 14, numa falta mais forte sobre Paraíba, o zagueiro Abimael acabou expulso, complicando ainda mais a vida tricolor.

Se no Operário as alterações não surtiram o efeito esperado por seu treinador, no alvinegro, quem entrava, mantinha o mesmo padrão de jogo. Tocando a bola com simplicidade e inteligência, o Botafoguinho era dono absoluto da partida e, só não ampliou por desinteresse de seus jogadores. Na última chance de gol, Mayko fez verdadeiro carnaval pela direita de ataque e tocou para Giovani, livre de marcação e de frente para o crime, chutar a direita de Sissi. Depois desse lance, com a partida já decidida, o alvinegro só administrou o tempo para comemorar o primeiro título de sua história.

Foto: O garoto Douglas, principal destaque da partida

FICHA TÉCNICA:

OPERÁRIO: Sissi, Juninho, Neguinho, Abimael e Filipe; Marcinho, Dudu(Elti), Diogo(Leandro) e Tiaguinho(Diego); Eduzinho(Alonso) e Rafael(Rodriguinho). Treinador: Fortunato Soares
BOTAFOGUINHO: Henzo, Daniel, Célio Garcia e Xisto(Romário); Douglas(Toti), Duda, Delei(Fernandinho), Nego(Mayko) e Fé; Paraíba e Victor(Giovani). Treinador: Chiluca.
ÁRBITRO: Thiago Bozetti, com ótima atuação
ASSISTENTES: Flávio Viganô e Luzinete Gonçalves

E passa a bola!

No jogo da revanche, Real Madri bate o Dom Bosco e fatura título no Máster

A tarde foi de revanche no Justiniano de Mello e Silva. Depois de conquistar, em 2009, o vice-campeonato, numa goleada sofrida, exatamente para o Dom Bosco, por 4 tentos a 1, o Real Madri, em tarde inspirada de Bimbim sapecou um 4 x 2 em seu adversário e abocanhou o título da V edição da Taça Cidade de Colatina Máster 2010, neste sábado, 27.

O jogo começou bastante movimentado, com as duas equipes dando espaços no meio campo e mostrando o bom toque de bola característico de ambas. Defendendo o título de campeão, foi o Dom Bosco quem chegou primeiro ao gol adversário logo aos 8 minutos. Soli bateu escanteio pela direita. A zaga do Real não conseguiu afastar o perigo e a bola sobrou para Claudio Cabeção, no meio da zaga, testar de cabeça à direita de Bilic.

O jogo era muito bom, com ligeiro predomínio do Real, que tinha Bimbim em grande forma, puxando as jogadas em contra ataques perigosos. O jogo parecia que seria decidido nos detaques. Numa bobeada do zagueiro Pádua, Bimbim fez uma roubada de bola na intermediária adversária, entrou na área e bateu na saída de Caxixa para colocar o Real na dianteira. 1 x 0.

Com a vantagem no marcador, o Real se tornou ainda mais insinuante e, com saídas rápidas para o ataque, deixava a defesiva alvianil em polvorosa. Aos 28, Valdecir colocou o atacante Dezoito livre na cara do gol. Sem goleiro, o atacante bateu fraco e Pádua evitou o que seria o segundo gol do Real. No alvianil, a melhor jogada de ataque consistia nos cruzamentos na área para o cabeceio de Claudio Cabeção. Muito pouco para quem pretendia o bicampeonato.

O Real era mais time, enquanto o Dom Bosco, com seu quarteto de meio campo bastante apagado e pouco produzia, aceitava a derrota passivamente. Aos 33’, depois de bate rebate na área alvianil, a bola sobrou para Marquinhos, de cabeça, testar para o fundo das redes e fazer 2 x 0. No último minuto, para complicar ainda mais a vida do alvianil, Naninha acabou expulso. Marquinhos foi lançado pelo meio, ganhou de Naninha na velocidade, mas acabou puxado por trás dentro da área. Pênalti bem marcado e cartão vermelho para o zagueiro. Displicente, Batistinha cobrou a penalidade e chutou para fora, enquanto o placar, sem movimentação, marcava Real Madri 2 x 0 Dom Bosco.

Com uma postura mais ofensiva, o Dom Bosco começou a segunda etapa de forma arrazadora e, logo aos 2, Dreda diminuiu. O meio campista recebeu ótimo passe de Arthur e, próximo à meia lua da grande área adversária, bateu pelo alto, sem chance de defesa para Bilic. 2 x 1. O Real não sentiu o golpe e partiu para o contra ataque. Numa jogada idêntica ao primeiro gol, aos 8, Bimbim fez outra roubada de bola em seu próprio campo, passou de passagem por dois adversários, driblou o goleiro Caxixa e só não entrou com bola e tudo porque teve humildade em gol. Real 3 x 1. E tome ducha de água fria no alvianil.

A partir do terceiro gol o Real passou a valorizar a posse de bola e diminuiu o ritmo para buscar fôlego e novas jogadas para ampliar o placar. Do outro lado, o Dom Bosco fazia mudanças em sua equipe, mas o time continuava apático. Em dois lances e duas belas jogadas, Bimbim deixou de ampliar aos 13 e 16, quando, depois de driblar meio time alvianil e, à frente do gol adversário, chutou para fora. Aos 23, foi o goleiro Caxixa quem evitou o quarto gol do Real. Depois de bela triangulação com Bimbim e Marquinhos, Valdecir recebeu bola dentro da área e bateu colocado para Caxixa se esticar todo e colocar a escanteio.

Com as mudanças processadas por Nelsinho, o Dom Bosco resolveu mostrar o seu bom futebol e chegou aos seu segundo gol. Depois de uma boa jogada pela direita, Tonho Luppi alçou bola na área e Pádua subiu livre para testar para o fundo das redes e diminuiu para 3 x 2, encostando perigosamente no placar, aos 27. Porém, a tarde era do Real e Nego Lê mostrou isso dez minutos depois. Próximo à grande área adversária, o meio campista tabelou com Belly e soltou um rojão no canto direito de Caxixa, para decretar o placar final de Real Madri 4 x 2 Dom Bosco e abocanhar o título de campeão de 2010.

Para chegar à final e conquistar o título, o Real somou 9 pontos na primeira fase, goleou os Leões por 8 x 0 na pré semifinal, empatou com o Acampamento em 1 x 1 na semifinal e obteve a vitória por 5 x 4 nos tiros livres diretos. O Dom Bosco também somou 9 pontos na fase de classificação, venceu o Frisa por 3 x 1 na pré semifinal e derrotou o Bela Vista por 2 x 1 na semifinal.

FICHA TÉCNICA:

REAL MADRI: Bilic, Mineiro(Cezinha), Joca, Corona e Batistinha; Nego Lê, Fuskinha, Bimbim e Valdecir(Marcos), Dezoito e Marquinhos(Belly). Treinador: Rogerinho
DOM BOSCO: Caxixa, Marquinhos(Tonho Luppi), Naninha, Pádua e Euzébio(Vacilão); Garrafa, Dreda(Reina), Soli(Toninho) e Arthur(Cal); Bombinha e Claudio Cabeção. Treinador: Nelsinho
ÁRBITRO: Paulo César Mello
ASSISTENTES: Edvaldo Elias Martins e Edmilson Alves

E passa a bola!

sábado, 27 de novembro de 2010

Colatina Sociedade Esportiva inicia suas atividades no próximo dia 6

O Campeonato Capixaba, competição de maior visibilidade do calendário do futebol do Estado do Espírito Santo terá inicio no dia 21 de janeiro de 2011, com o jogo entre Jaguaré x Rio Branco, no Conilon, enquanto o Colatina Sociedade Esportiva, fará sua estréia somente no dia 24, contra o São Mateus, no Justiniano de Mello e Silva.

A diretoria de nosso representante já se movimenta em busca das contratações que o departamento de futebol tem solicitado e a apresentação do grupo deverá acontecer no dia 6 de dezembro, para as avaliações médicas e inicio das atividades físicas. Estas contratações estão sendo mantidas sob sete chaves, já que existe muita especulação por parte de nossos adversários, nos dois primeiros meses que antecedem o inicio da competição. O que se sabe, no entanto, é que o treinador Pádua, campeão da Segunda Divisão com o Aracruz neste ano, já contratou seis jogadores que virão de outros estados. De acordo com o treinador, são atletas que chegarão para serem titulares. São atletas com bastante experiência, e que passarão tranqulidade aos mais jovens que, com certeza irão compor a equipe.

Vários jogadores de Colatina deverão ser aproveitados e o mais cotado está sendo o atacante Oliveira, ex-CTE Colatina e Serra, que atualmente está jogando em uma equipe da América Central. Contatos estão sendo mantidos, já que técnico e Supervisor deram o seu aval para sua contratação. Oliveira está na cidade, o que facilita o trabalho da diretoria.

Num trabalho conjunto com o presidente Célio Locatelli, o técnico Pádua, o Supervisor José Luiz Zouain e o torcedor colatinense trabalham no sentido de formar uma equipe bastante competitiva, que possa disputar o título e, quem sabe, conquistar o bi campeonato para a Princezinha do Norte. A Associação Atlética Colatina conquistou o título do Capixabão em 1990, portanto, há 20 anos. O torcedor colatinense sonha com mais uma conquista, e o prefeito municipal Leonardo Deptulski, não poupará esforços para presentear o colatinense, num ano em que a Pricezinha do Norte estará completando 90 anos de emancipação política.

Paralelamente à Série A, teremos o Campeonato Sub-20, onde nossos futuros craques estarão buscando o título de 2011, nas partidas preliminares, o que aumentará a motivação do torcedor colatinense, que terá seu filho disputando uma competição oficial. Hugo Horácio Cardoso, ex-Clube Atlético Colatinense e treinador várias vezes campeão em edições da Copa A Gazetinha, pela FUNCAB, estará no comando técnico.

Neste ano, deveremos estar fazendo a cobertura dos profissionais e juniores, com matérias diárias para levar o máximo de informações de nossos representantes aos desportistas colatinenses. Serão matérias escritas após as atividades no campo e nos vestiários, após os jogos. Esperamos levar ao torcedor o máximo de informação possível, para que ele possa acompanhar todo o trabalho que estará sendo realizado pelo clube.

E passa bola!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Tem decisão da Taça Cidade no Justiniano de Mello e Silva, neste sábado

A bola vai rolar neste sábado, 27, a partir das 16 horas, no Estádio Municipal Justiniano de Mello e Silva, pelas finais da Taça Cidade de Colatina. No primeiro jogo, teremos o reencontro de Dom Bosco x Real Madri pela categoria Máster. Na última edição, o alvianil do bairro Honório Fraga goleou o auriverde do bairro aparecida por 4 tentos a 1, com gols assinalados por Dreda, Edmilson Ratinho, Claudio Cabeção e Soli, descontando Cezinha para o Real.

As duas equipes sofreram poucas alterações em suas escalações em relação à edição anterior, e o mais prejudicado foi o Dom Bosco, que não poderá contar com o tri campeão português Edmilson Ratinho. Em campo, teremos quatro campeões estaduais pela Associação Atlética Colatina em 1990: Pádua, Garrafa, Batista e Valdecir. Em caso de empate, o título será decidido na cobrança de tiros livres diretos.

As duas equipes deverão estar assim constituídas:

REAL MADRI: Bilic, Ovo Mole, Zoca, Buba e Mineiro; Bimbim, Fuskinha, Cezinha e Valdecir, Dezoito e Marquinhos. Treinador: Rogerinho
DOM BOSCO: Caxixa, Tonho Luppi, Naninha, Pádua e Euzébio; Marquinhos, Garrafa, Dreda e Arthur; Bombinha e Claudio Cabeção. Treinador: Agrizzi


CATEGORIA PRINCIPAL

No jogo de fundo, e que decidirá a XIV Taça Cidade de Colatina, o Operário, que já sentiu o sabor de um título(2005), enfrentará o Botafoguinho, que corre atrás de um título inédito para suas cores. Para esta partida, o alvinegro poderá ficar sem seus dois principais jogadores. Badim vem de uma contusão na panturrilha direita, enquanto Paraíba acaba de assinar contrato com o Vitória.

O Botafoguinho fez ótima campanha na primeira fase, quando ficou em primeiro lugar na chave A, com 12 pontos ganhos, e melhor ataque da competição, com 22 gols assinalados. Nas quartas de final e semifinal, aplicou duas goleadas: 4 x 1 no Vila Amélia e 5 x 2 no Academia, respectivamente.

- Nossa equipe vem bastante motivada e acreditando que o título deste ano será nosso, nos passou Romário. Neste ano, nós não queremos morrer na praia e vamos pra cima de nosso adversário, com o claro objetivo de levar a taça para o bairro Santo Antonio, finalizou.

Do lado tricolor, motivação é o que não falta. Com uma equipe formada apenas pela rapaziada do próprio bairro, os jogadores prometem muita garra e determinação na busca pelo bi campeonato. Dudu é o mais animado e promete dar até a última gota de sangue pelo Moleque Travesso nesta final. – Queremos o título e precisaremos ser muito determinados para vencermos o Botafoguinho que tem, no papel, a melhor equipe da competição. Quando se trata de decisão, nosso time cresce e dificilmente é batido, finalizou o jogador.

O Operário fez a segunda melhor campanha na fase de classificação, quando conquistou 10 pontos na chave A. Assinalou 14 gols e sofreu 7. Nas quartas de finais e semifinal, empatou em 2 x 2 com o Dom Bosco e Acampamento em 3 x 3. Passou em ambas, na cobrança de tiros livres diretos. Ao final da partida, caso haja empate, o título também será decidido na cobraça de penalidades máximas.

Os treinadores Fortunato Soares e Chiluca deverão mandar a campo as seguintes formações para esta final:

OPERÁRIO: Sissi, Juninho, Abimael, Neguinho e Filipe; Marcinho, Dudu, Diogo e Pedrinho, Wesley e Rafael. Treinador: Fortunato Soares
BOTAFOGUINHO: Henzo, Gedeon, Célio Garcia, Daniel e Fé; Xisto, Duda, Delei e Nego; Badim(Victor) e Paraíba(Mayko). Treinador: Chiluca.

E passa a bola!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Botafoguinho goleia o Academia e encara o Operário na final da Taça Cidade

Fazendo prevalecer seu melhor conjunto, e contando com o atacante Paraíba em noite inspirada fazendo três gols, mesmo sem contar com Badim, peça chave no esquema do treinador Chiluca, o Botafoguinho goleou o Academia por 5 tentos a 2, na noite desta quinta feira, 18, no Estádio Municipal Justiniano de Mello e Silva, no segundo jogo pelas semifinais da Taça Cidade.

Melhor ataque da competição com 22 gols e apenas 8 sofridos e Xisto jogando como terceiro zagueiro, sem medo de ser feliz, o alvinegro do bairro Santo Antonio abriu o marcador logo aos 2 minutos. Victor foi lançado pela direita da grande área e foi puxado pela camisa por Ruan. Pênalti. Dando uma de Loco Abreu, de cavadinha, Paraíba colocou no fundo das redes. 1 x 0. Após a marcação da penalidade, toda a defensiva alvirrubra foi pra cima do árbitro reclamando de uma falta de Paraíba sobre Geismar, não marcada.

O Academia assimilou bem o gol sofrido e quase empatou aos 5, numa cobrança de falta através de Dinho, que carimbou o poste esquerdo de Henzo. O alvinegro deu o troco logo a seguir. Gedeon, aos 10 tabelou com Delei, entrou na área e soltou um rojão. Alexandre fez defesa parcial. Victor pegou o rebote e, na cara do gol, chutou sobre o travessão alvirrubro, perdendo a chance de ampliar.

Querendo matar o jogo ainda na primeira etapa, o Botafoguinho era dono absoluto do meio campo, onde Xisto, Duda, Delei e Nego tocavam a bola com tranqüilidade. O segundo gol veio aos 25. Nego cobrou escanteio pela esquerda e Victor subiu mais que a zaga e testou para o fundo do barbante. 2 x 0.

Desta vez o alvirrubro sentiu, porém, tinha o meio campo Dinho, principal destaque de sua equipe que, num tiro esquinado, em cobrança de falta, fez Henzo trabalhar numa defesa arrojada e, de soco afastar o perigo que rondava sua área, aos 30. No último lance de perigo na primeira etapa, aos 42, Gedeon fez ótima enfiada de bola no meio da zaga adversária para Paraíba bater na saída de Alexandre, que fez outra excelente defesa.

A segunda etapa começou com o Academia mais aceso no jogo, pressionando seu adversário e, o alvinegro ainda empolgado com a vitória parcial, deixando espaços no meio campo para que Dinho e o jovem meio Bismarck dominassem o setor. O resultado veio a galope, e aos 10, Zé Augusto diminuiu numa cobrança de penalidade máxima, que não aconteceu, gerando reclamação por parte dos alvinegros. No lance, Gedeon acabou expulso. 2 x 1. Porém, era noite de Paraíba, que jogou uma ducha de água fria no alvirrubro quando foi lançado por Nego e ampliou para 3 x 1 Botafoguinho, aos 17, em outro gol polêmico, em que Rogerinho reclamou muito de um possível impedimento do atacante.

O jogo ficou ainda mais emocionante a partir dos 20, quando os treinadores fizeram alterações em suas equipes e deram mais gás ao meio campo e ataque. Aos 26’ o atacante William fez o dele e colocou mais lenha na fogueira, diminuindo para 3 x 2 Botafoguinho, encostando perigosamente no placar.

Numa clara demonstração de que tinha mais time, o Botafoguinho começou a correr um pouco mais atrás de um placar que lhe desse maior tranqüilidade. Aos 33 Paraíba ampliou e, aos 44 Mayko, aproveitando a saída do goleiro Alexandre que tentou cabeceio numa cobrança de escanteio na área alvinegra, driblou o zagueiro, fechou o caixão e o placar em Academia 2 x 5 Botafoguinho. Com este resultado, o Botafoguinho vai encarar o Moleque Travesso na final da competição, às 18 horas do dia 27 de novembro.

FICHA TÉCNICA:

ACADEMIA: Alexandre, Geismar, Dudu, Jailson e Ruan(Leonardo); Rogerinho, Wesley(Roger), Bismarck(Wesley Souza) e Dinho; William e Zé Augusto. Treinador: Robert de Souza
BOTAFOGUINHO: Henzo, Gedeon, Célio Garcia, Daniel e Fé(Denis); Xisto, Duda, Delei(Fernandinho) e Nego(Mayko); Victor(Douglas) e Paraíba(Giovani). Treinador: Chiluca.
ÁRBITRO: Wellington Bandeira, deixou muito a desejar e não agradou a nenhuma das duas equipes
ASSISTENTES: Flávio Viganô e Elton Friggi

E passa a bola!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Operário bate o Acampamento e vai às finais da Taça Cidade

Operário 3(3) x 3(1) Acampamento

Moleque Travesso fica à frente do marcador por três vezes, mas garante vaga nas finais só na cobrança de tiros livres diretos

Num jogo dramático nos seus 90 minutos, três bolas na trave e uma penalidade máxima convertida, ingredientes de uma semifinal em que, por três vezes esteve à frente do marcador, o Operário bateu o Acampamento na cobrança de tiros livres diretos, depois de um empate em 3 tentos no tempo regulamentar, no primeiro jogo da semifinal da Taça Cidade, na noite desta terça feira, 16, no Justiniano de Mello e Silva. Ao Acampamento faltou tranqüilidade e frieza na hora do vamos ver. Ao Moleque Travesso, sobrou serenidade e competência no momento da decisão. Com isso, caiu a equipe de melhor campanha da fase de classificação, e com o segundo melhor ataque da competição, que somou 13 pontos em quatro vitórias e um empate.

Com uma formação diferente, em relação à equipe que derrotou o Dom Bosco nas quartas de finais, o Moleque Travesso veio a campo a fim de conquistar seu espaço, vencer seu adversário e chegar às finais da competição. Do outro lado, o Acampamento, com o melhor elenco do campeonato, entrou em campo confiante na experiência de seus jogadores. Não foi o suficiente.

A bola começou a rolar e as duas equipes, jogando abertas e a fim de jogo, foram logo mostrando seus cartões de visita. Aos 7’ o Acampamento teve a primeira chance de gol nos pés de Malafaia que bateu na saída de Sissi, que fez a defesa com os pés. Dois minutos depois, foi Jr Rosa quem desperdiçou boa chance num cruzamento de Ari, testando sobre o travessão. O troco do Moleque Travesso veio aos 14, através de Wesley que, livre na cara de Welton, chutou em cima do goleiro.

O jogo era lá e cá e, apesar do campo bastante pesado em função das chuvas que caíram antes da partida, as duas equipes optaram por um jogo mais veloz e toques rápidos a partir de suas intermediárias. Aos 22, através de Bidu e, aos 24, com Mário Henrique, o Acampamento teve duas excelentes oportunidades de abrir o marcador, mas ambos desperdiçaram. Parley, aos 25 carimbou o travessão tricolor e Diogo, um minuto depois, cobrou uma falta rente ao poste esquerdo de Welton.

Sem medo do bicho papão, o Operário abriu o marcador aos 33. Wesley bateu escanteio pela esquerda, Abimael subiu mais que a zaga adversária e testou para o chão para tirar o zero do placar e fazer 1 x 0. Aos 35, Ari bateu uma falta pela esquerda de ataque e Sissi defendeu no susto e, aos 40, depois de uma falta cobrada por Victor Hugo, Sissi deu rebote e Mário Henrique testou sobre o travessão. E o primeiro tempo ficou com a vitória parcial tricolor.

A segunda etapa começou com mudanças no Acampamento. Atrás no marcador e querendo dar mais agressividade à sua equipe, o treinador Dejanir do Valle sacou os laterais Bidu e Elton e mandou Rafael Cetto e Parlen para o jogo. O resultado veio logo aos 4. Parlen, que ababara de entrar, bateu de três dedos de fora da área e colocou exatamente onde a coruja dorme e deixou tudo igual: 1 x 1.

O Moleque Travesso sentiu o golpe, mas não desistiu de atacar. As duas equipes começaram a sentir o desgaste físico e diminuíram o ritmo para buscar fôlego e chegar à vitória. Aos 15, Edu deu uma de fominha e, com Wesley livre na cara de Welton, preferiu o chute a gol e perdeu boa chance. Três minutos depois, com a colaboração de Edu, que puxou a marcação para si, Wesley entrou na área e bateu cruzado, sem chance de defesa para Welton e colocou o Moleque Travesso na frente novamente. 2 x 1. O Acampamento não deu chance para que o tricolor comemorasse o seu segundo gol e empatou no minuto seguinte. Mateus soltou um rojão de fora da área, Sissi deu rebote e Mário Henrique só escorou para o fundo das redes. 2 x 2.

Apesar do campo pesado, as duas equipes aumentaram o ritmo, e as chances foram aparecendo de ambos os lados. Aos 24, Ari cedeu lugar a Mateus. Wesley, aos 28, foi lançado pela direita da grande área, sassaricou à frente de Lê que meteu a mão na bola dentro da área. Pênalti. Encarregado da cobrança, mesmo batendo muito mal, mas contando com a ajuda de Welton, Neguinho colocou o Moleque Travesso na frente novamente. 3 x 2.

Aos 39, Victor Hugo cedeu seu lugar a Yago e o jogo ficou ainda mais dramático. No Operário, aos 40, Pedrinho e Wesley saíram para as entradas de Leandro e Tiaguinho. Perdendo o jogo e a classificação para as finais, o Acampamento foi para o abafa e encurralou o Moleque Travesso dentro de seu próprio campo. Aos 39, Mateus fez ótimo cruzamento na área e Jr Rosa sempre ele, testou para o fundo do barbante e fechou o placar em 3 x 3. Na cobrança de tiros livres diretos, Malafaia, Parlen e Yago perderam e Mário Henrique converteu pelo Acampamento, enquanto Neguinho, Abimael e Diogo, converteram para o Operário.

O Moleque Travesso voltará a campo no dia 27 de novembro, quando disputará a grande final da XIV Taça Cidade de Colatina, com o vencedor de Academia x Botafoguinho, que se enfrentam nesta quinta feira, 18, a partir das 21 horas, no Justiniano de Mello e Silva. A Taça Cidade é uma promoção da Prefeitura Municipal de Colatina e coordenada pela Superintendência Municipal de Esporte e Lazer.

FICHA TÉCNICA:

OPERÁRIO: Sissi, Juninho, Neguinho, Abimael e Filipe; Marcinho, Dudu, Diogo e Pedrinho(Leandro); Wesley(Tiaguinho) e Rafael(Edu). Treinador: Fortunato Soares
ACAMPAMENTO: Welton, Bidu, Rafael Cetto, Wilson, Malafaia e Elson(Parlen); Nego Lê, Parley, Victor Hugo(Yago) e Ari(Mateus); Mário Henrique e Jr. Rosa. Treinador: Dejanir do Valle
ÁRBITRO: Thiago Bozetti
ASSISTENTES: Luzinete Gonçalves e Vanderlei Dalto

Foto: O zagueiro Abimael(esq), autor do primeiro gol tricolor, ao lado do meio campo Dudu, do Operário.

E passa a bola!