domingo, 30 de janeiro de 2011

Pádua escala Colatina mais ofensivo para o jogo contra o Aracruz, no estádio do Bambu

Nossa equipe tem qualidade e não sabe jogar apenas se defendendo. Vamos atrás dos três pontos, para nos posicionarmos bem na tabela de classificação, disse o treinador colatinense.

Depois do sufoco na estréia, quando tinha apenas quatorze jogadores para o jogo contra o Serra, sendo três do sub-20 - Lucas, Fio e Stanley -, além de Nelmon e Diego, no banco, mas sem condições de participarem da partida, por estarem contundidos, o treinador Pádua pode respirar mais aliviado no decorrer desta semana. Alan(zageiro), Dias e Neguetti(volantes), Acácio e Ari(goleiros), Sassá(meia) e Kalu(atacante), finalmente tiveram suas situações regularizadas na Federação e, estão aptos para enfrentarem o Aracruz, no estádio do Bambu, na segunda feira, 31, pela segunda rodada do Capixabão.

No último coletivo antes do jogo, com uma hora de duração, em que os titulares venceram por 3 x 1, com gols de Jeferson, Kalu e Dias, com Gabriel descontando para os reservas, na tarde deste sábado, 29, no estádio municipal, sem poder contar com o meio campo Augusto, com dengue, o treinador pode testar várias opções para a nova formação de sua equipe. Inicialmente, escalou Sassá que, ainda sem estar em condições físicas ideais, não agradou e pouco fez, tanto na armação quanto na marcação. A segunda opção ficou por conta de Renan, que deu mais mobilidade ao sistema de meio campo e opções de passe nas proximidades da área adversária. A terceira, ficou por conta de Jorge Alberto como homem de meio campo, com Netinho entrando na lateral. Ao final, o treinador optou por uma equipe mais agressiva, com Renan.

Vamos atrás dos pontos perdidos contra o Serra e nossa idéia é uma equipe bastante ofensiva, mesmo jogando no campo adversário, disse o treinador. Nossa equipe tem muita experiência e qualidade, e não sabe jogar apenas se defendendo. Por isso, vamos pra cima do Aracruz, em busca de uma vitória que nos deixará bem na tabela de classificação, completou.

Na manhã deste domingo, no Justiniano de Mello e Silva, os colatinenses fizeram trabalhos com bola parada e algumas jogadas ensaiadas, na tentativa de surpreender seu adversário. Ao final dos treinamentos, com quatro alterações em relação ao time da estréia, Pádua definiu sua equipe com: Acácio, Jorge Alberto, Gian, Diogo e Fabrício; Neguetti, Dias, Renan e Jeferson; Eltinho e Gefinho. A arbitragem ficará por conta de Marcos Antonio de Souza, auxiliado por Fabio Faustino dos Santos e Wanderson Rocha. Reginaldo Gomes será o quarto árbitro.

Foto: Os volantes Neguetti(esq.) e Dias, farão suas estréias no Colatina

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Estreando no Capixabão, o Colatina Sociedade Esportiva empata com o Serra no Justiniano

Com nove jogadores ainda não inscritos, ficou de bom tamanho o resultado do Colatina em 1 a 1 frente ao Serra

Na sua estréia na Primeira Divisão do futebol capixaba, o Colatina Sociedade Esportiva conquistou seu primeiro ponto na competição, ao empatar em 1 a 1 com o Serra, na noite desta segunda feira, 24, no Justiniano de Mello e Silva, na partida que fechou a primeira rodada do Capixabão 2011. A equipe colatinense jogou desfalcada de vários atletas e, jogando com muita raça e determinação, principalmente com Augusto, Eltinho e Jorge Alberto, como os melhores da partida, saiu na frente, porém, acabou cedendo o empate ao time cobra coral, com os gols anotados ainda na primeira etapa.

Mesmo com uma equipe cheia de desfalques, o Colatina não se intimidou diante da cobra coral, que tinha jogadores experientes e rodados como Rodrigo Cruz, Richard e Peter. O jogo começou em alta velocidade, com as duas equipes procurando o ataque desde os minutos iniciais. Melhor posicionado, o Colatina chegava com maior perigo ao gol adversário, enquanto o Serra tentava cadenciar o jogo e estudar a melhor forma de chegar ao gol de Lucas.

Na primeira oportunidade que teve, os colatinenses não desperdiçaram e abriram o marcador aos 17 minutos. Eltinho foi lançado pela direita de ataque e alçou na área. Antes que a bola chegasse a seus pés, o atacante Gefinho foi puxado pela camisa. Pênalti bem assinalado pelo árbitro, que estava em cima do lance. Jeferson bateu e entrou para a história como o jogador que fez o primeiro gol do Colatina Sociedade Esportiva na Primeira Divisão. Dois minutos depois, o Serra, através de Rodrigo Cruz, deixou tudo igual e tirou a alegria colatinense. O lateral bateu uma falta da direita e alçou na área. A zaga falhou e a bola quicou à frente do goleiro Lucas, que nada pode fazer.

O Colatina continuou pressionando em busca do gol, porém, encontrou uma defesa bem posicionada que não dava chances ao seu ataque de concluir suas jogadas mais agudas. Do outro lado, o Serra explorava as cobranças de falta, com cruzamentos na área, através de Rodrigo Cruz.

Em dois momentos, o Colatina teve tudo para passar à frente do marcador. Aos 24, Augusto deixou Gefinho na cara do goleiro Geovani. O atacante bateu rasteiro, mas o goleiro cobra coral fez a defesa com os pés. Na sequência do lance, Netinho cruzou da direita e colocou no segundo pau. Livre de marcação, Augusto subiu e testou a esquerda do gol serrano. Nos minutos finais, Peter bateu de fora da área e a bola saiu rente ao poste direito de Lucas. Um minuto depois, foi Fabrício quem acertou um canhonaço do meio da rua e a bola assustou o goleiro Rodrigo, que acabara de entrar no lugar de Geovani, na última chance de gol do primeiro tempo.

A segunda etapa começou com as duas equipes um pouco menos afoitas em termos ofensivos. Parecendo sentir o desgaste físico, o Colatina passou a cadenciar o jogo, pouco arriscando no ataque. Do outro lado, o Serra, que começou sua preparação para a competição no inicio de janeiro, também sentiu o desgaste e diminuiu o ritmo.

Aos 5 minutos foi o Serra quem chegou com perigo e colocou a bola no fundo das redes. Rodrigo Cruz cobrou uma falta pela direita de ataque e colocou na área para Peter subir livre e, de cabeça, colocar no fundo do barbante, porém, o assistente dedurou e o árbitro assinalou impedimento. No lance, os colatinenses tentaram fazer a linha burra e quase tomam o gol da virada.

O jogo perdeu em emoção, com as duas equipes tocando a bola sem muita inspiração. Aos 12 minutos, num chute de fora da área, Eltinho acertou o rosto de Marco Antonio, nocauteando o zagueiro. Aos 25, foi a vez de Jorge Alberto soltar um foguete de fora da área e o goleiro Rodrigo fazer defesa salvadora, numa bola que tinha endereço certo. A partir deste lance, o que se viu, foi as equipes preocupadas em segurar o resultado, torcendo pelo apito final do árbitro. Na preliminar, os juniores do Colatina bateram os serranos por 3 x 1.

Para nós, que buscamos informações a respeito da equipe colatinense, fica a seguinte pergunta: Quando Ari, Acácio, Alan, Kalu, Rafael, Dias, Neguetti, Gabriel e Sassá serão inscritos na Federação para a disputa do Capixabão? O goleiro Lucas, muito verde e jovem ainda, foi colocado numa fria. Não fosse a atuação segura de sua zaga, fatalmente o Serra sairia de Colatina com os três pontos.

Na segunda rodada, o Colatina vai enfrentar o Aracruz, que venceu o Linhares no Joaquim Calmon, às 17 horas do sábado, 29, no Eugênio Bitti, enquanto o Serra vai encarar o São Mateus no mesmo dia, no campo da Estiva, às 16 horas.

FICHA TÉCNICA:

COLATINA: Lucas, Netinho, Diogo, Gian e Fabrício; Fio, Jorge Alberto, Jeferson e Augusto; Eltinho e Gefinho(Stanley). Técnico: Pádua
SERRA: Geovani(Rodrigo), Lucas(Magalhães), Bruno e Caio(Neguetti); Marco Antonio, Mauricio, Ricardo, Richard e Rodrigo Cruz; Robinho e Peter. Técnico: Kall
PÚBLICO: 1062
RENDA: R$ 9.150,00
ÁRBITRO: Elvis de Almeida
ASSISTENTES: Vanderson Zanotti e Nildo Serafin dos Santos

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Colatina vence ASA de Angola por 2 x 0 em amistoso internacional no Estádio Municipal

No seu primeiro amistoso internacional, o Colatina Sociedade Esportiva não teve medo de ser feliz e derrotou o Atlético Sportivo Aviação, equipe africana, de Angola, por 2 tentos a zero, com gols de Gabriel, na noite desta segunda feira, 10, no Justiniano de Mello e Silva, diante de cerca de 600 torcedores. Este foi o segundo jogo treino dos colatinenses, que estão trabalhando em busca de um melhor conjunto e condicionamento físico desde o dia 16 de dezembro, para a estréia no Capixabão dia 24, contra o Serra, dentro de casa.

O Colatina mostrou seu cartão de visitas logo aos 5 minutos de jogo, quando Jeferson pegou um rebote e, num chute frontal, de fora da área, soltou um canhonaço que saiu rente ao poste direito do goleiro Neblu, assustando o onze africano. A resposta do ASA veio três minutos depois quando Quinzinho só ajeitou de cabeça para Toninho Osório, livre de marcação na cara de Ari, bater por cobertura, mas sobre o travessão colatinense.

Do lado colatinense, os jogadores começaram a sentir o ritmo forte imposto nos primeiros minutos, e deram uma pisada no freio para poder voltar para a segunda etapa ainda com fôlego, pois a equipe vem de um trabalho físico desgastante, desde o inicio da temporada de treinamentos. O time angolano, que fez um treinamento para reconhecimento do gramado pela manhã, também sentiu o desgaste. Com isto, a primeira etapa ficou no empate sem gols.

Para a segunda etapa, apesar de ainda não estarem no melhor da forma física, as duas equipes voltaram com mais disposição e determinadas a não deixar o placar passar em branco. O ASA mostrou bom conjunto e melhor condicionamento fisico, porém, a primeira chance foi colatinense, aos 10’, quando Jean testou e o zagueiro Papi evitou gol certo. Aos 18’, Quinzinho ganhou jogada pela direita de ataque e cruzou na medida para Laminho, que fez o movimento para a cabeçada certeira, mas antes que a bola chegasse ao atacante, Netinho afastou o perigo que rondava o gol colatinense.

Sem que as duas equipes abrissem o marcador através de seus atacantes, aos 26’, o lateral Netinho bateu uma falta do meio da rua e quase surpreende o goleiro Ari, que falhou no lance e a bola foi beijar o pé de sua trave direita. Com a clara intenção de deixar seu time mais ofensivo e mais leve, aos 20’, o treinador colatinense mexeu em sua equipe, com o volante Rafael cedendo seu lugar ao meia atacante Eltinho e o atacante Jefinho saiu para a entrada de Kalu. Aos 32’, foi a vez de Gabriel entrar em lugar de Mayko.

Com uma equipe mais ofensiva, o Colatina foi prá cima e abriu o placar aos 34. Eltinho fez boa jogada pela esquerda de ataque e cruzou para a área. Neblu falhou e Gabriel, no lugar certo, na hora certa, não perdoou. Colatina 1 x 0. Nos acréscimos, aos 46’, Gabriel ampliou em ótima enfiada de bola de Eltinho pelo miolo. Mesmo sem espaço e ainda dentro da área, o garoto chamou seu marcador prá dançar, driblou-o prá lá e prá cá e fuzilou o goleiro Neblu para fechar o placar e fazer Colatina 2 x 0.

O Colatina jogou e venceu com Ari(Leandro), Jorge Alberto(Netinho), Diogo, Jean e Diego Oliveira; Neguetti, Rafael(Eltinho), Jeferson, Augusto, Jefinho(Kalu) e Maikon(Gabriel). Técnico: Pádua
O Atlético Sportivo Aviação perdeu com Neblu, Ângelo, Silva, Papi e Chora(Ginaldo); Matias, Jarjão, Zinho(Meda), Manoel, Toninho Osório(Netinho) e Quinzinho. Técnico: José Diniz
Árbitro: Robson Laurindo
Assistentes: Martinho Olívio e Silvano Ferreira

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domingo, 9 de janeiro de 2011

Colatina faz amistoso internacional no Justiniano de Mello e Silva

O técnico Pádua promete uma equipe ofensiva e aguerrida, que buscará a vitória desde os primeiros minutos de jogo.
Colatina volta a ter um representante na Primeira Divisão do Campeonato Capixaba: O Colatina Sociedade Esportiva. Depois de golear um combinado do Linhares por 8 tentos a 0, na terça feira, 04, em Marilândia, o Colatina vai encarar o Atlético Sport Aviação, no Justiniano de Mello e Silva, nesta segunda feira, 10, a partir das 20:15 horas, num amistoso internacional, já que o ASA é da África, e campeão angolano. O ingresso custará R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia e pode ser adquirido antecipadamente nas bancas de revista ou na bilheteria do estádio, no dia do jogo.

O presidente Célio Locatelli ainda corre atrás de mais alguns jogadores, já que o plantel, até o momento, conta apenas com 16 atletas. A maioria é de fora do estado, outros de cidades vizinhas e alguns de Colatina, sob o comando de Pádua, técnico campeão da Segunda Divisão, com o Aracruz. Cinco são conhecidos do torcedor colatinense, que são o meio campo Augusto, o lateral Netinho e os atacantes Kalu, Jefinho e Maycon. O Capixabão começará no dia 24 de janeiro, quando o Colatina enfrentará o São Mateus no Estádio Municipal a partir das 20 horas.

Este jogo marcará a apresentação da equipe diante de seu torcedor e, a expectativa é de um bom público e uma ótima vitória colatinense para começar o ano de 2011 com o pé direito, a poucos dias do Estadual.

Foto: O treinador Pádua(dir), ao lado de Jorge Comério, em jogo da final da Taça Cidade Máster 2010.

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sábado, 4 de dezembro de 2010

Seleção da XIV Taça Cidade de Colatina, edição 2010

Como principal destaque, muitos foram os nomes, porém, optamos por Douglas, que além de jogar muito, participou da campanha de um título inédito conquistado pelo Botafoguinho.


Como em outras edições, escalar a SELEÇÃO DA TAÇA CIDADE DE COLATINA, não é uma tarefa das mais fáceis. São doze equipes, duzentos e sessenta e quatro atletas e trinta e sete jogos. Não pude acompanhar todos, mas estive na maioria deles. Naqueles em que não pude estar, conversei com amigos que gostam de futebol e eles me passaram o que de melhor aconteceu nestas partidas. Gostaria de registrar aqui, as grandes atuações de jogadores como o goleiro Alexandre(Academia), o zagueiro Cazalli(Real Madri/CTE Colatina), os meio campistas Divaldo(Vila Amélia) e Zé Victor(JUVENTUS), os atacantes Jr Rosa(ACAMPAMENTO) e Arthur(POSTO Ipiranga), além do zagueiro Neguinho(OPERÁRIO). Vamos à seleção:

SISSI(OPERÁRIO) – Foi o ponto de equilibrio do Moleque Travesso. Fez grandes defesas e levou sua equipe à final, quando foi responsável por grandes intervenções, defendendo tiros livres diretos nas quartas de finais e semifinais, e ainda evitou um maior vexame na goleada sofrida para o Botafoguinho, na grande final. NOTA 9,5

GEDEON(BOTAFOGUINHO) – Pelo seu lado começavam todas as jogadas de saída de bola alvinegra. Com fôlego invejável, fazia o vai e vem com perfeição e ainda se infiltrava pelo meio na tentativa de tabelas e arremates ao gol adversário. Sabe jogar como ala e também como lateral. NOTA 8,0

DANIEL(BOTAFOGUINHO) – A mesma categoria de sempre. Quando pode, saiu jogando e, quando acossado, saia no chutão mesmo. Subiu ao ataque por diversas vezes e marcou alguns gols. Esta se aperfeiçoando na cobrança de faltas próximas à área, e levou perigo em alguns lances. Anda meio irritado ultimamente, e isto lhe custou alguns cartões. NOTA 8,0

ABIMAEL(OPERÁRIO) – No mesmo nível de Daniel. É o zagueiro que não brinca em serviço. Joga sério e ainda se transformou em zagueiro artilheiro, fazendo gols decisivos. Ao lado de Neguinho, é um dos líderes do Moleque Travesso. NOTA 8,0

DIEGO SANTOS(JUVENTUS) – Nesta edição da Taça Cidade jogou como meio campista, porém, sua posição, com certeza, é a ala ou lateral esquerda. É excelente na marcação e também apóia o ataque com eficiência. Corrigindo seu pior defeito – joga de cabeça baixa –, poderá ter chances em grandes clubes profissionais do país. NOTA 8,0

XISTO(BOTAFOGUINHO) – Filho de peixe, peixinho é. Se adaptou à função de líbero e encaixou como uma luva no campeão alvinegro. Jogando na sobra, entre os zagueiros, esteve perfeito. Joga muito, porém, às vezes se deixa levar pelos nervos, abusando da violência e desfalcando sua equipe. NOTA 9,0

DUDA(BOTAFOGUINHO) – Desde que começou a jogar no alvinegro, a defesa teve outra postura e poucos gols tomou. Na proteção à zaga e na saída de bola, foi perfeito. É jogador veterano(35), de ótima técnica e dificilmente erra um passe. Foi o líder que a equipe precisava na grande final. NOTA 9,5

DELEI(BOTAFOGUINHO) – Foi um verdadeiro operário e um dos jogadores mais regular na equipe do alvinegro. Marcou, armou e ainda achou espaço para ir ao ataque e fazer gols. Procurou ser a melhor opção para o passe e teve a sua melhor performance, em todas as edições da Taça Cidade. Sua vontade de levantar a taça de campeão foi tamanha, que não aceitou a sua substituição, aos 73 minutos de jogo. Saiu, mas contra a sua vontade. NOTA 9,5

NEGO(BOTAFOGUINHO) – Com a bola nos pés, ele sabe tudo de bola. Sem ela, ele já não se movimenta como antes, mas tem uma noção de espaço como poucos. Com muita visão de jogo, deixou seus companheiros, por diversas vezes, na cara do goleiro adversário. Me pareceu que tinha algum problema de contusão e, no aspecto físico, ficou devendo, pois visivelmente esgotado, foi substituído por várias vezes logo no inicio da segunda etapa. NOTA: 8,0

MÁRIO HENRIQUE(ACAMPAMENTO) – É um jogador completo. Chuta com as duas pernas, joga como atacante, pelo meio, pela direita ou pela esquerda, meia atacante, buscando a bola em seu próprio campo ou partindo com ela dominada, a partir do campo adversário. Fez gols decisivos e foi o principal destaque em sua equipe. Este é o tipo de jogador que tem lugar em qualquer equipe profissional do mundo. Uma pena que não temos quem enxergue isso em nossa cidade e até em nosso estado. NOTA 10,0

RICARDO PARAIBA(BOTAFOGUINHO) – Muito bem fisicamente e, em estado de graça, o atacante alvinegro sobrou nesta Taça Cidade. Ao lado de Badim, desmontou todas as defensivas contrárias, levando sua equipe a ter o ataque mais positivo da competição(35) Foi o atacante que mais marcou gols em todas as edições da Taça Cidade(18). NOTA 10,0

TREINADOR: CHILUCA(BOTAFOGUINHO) – Depois da estréia com derrota para o Juventus(1 x 2), teve a visão de quão vulnerável ficava sua defesa com os dois laterais subindo simultâneamente e sobrecarregando Xisto e Duda, responsáveis pela proteção à zaga. Trouxe Xisto para jogar como líbero e colocou Célio Garcia e Daniel jogando mais pelos lados, protegendo as subidas dos laterais. Acertou seu sistema defensivo e fez substituições em sua equipe, que mantinham a mesma pegada e padrão de jogo dos titulares. NOTA 9,5

ÁRBITRO: ALFONSO SCARPATTI – Esteve muito bem fisicamente e acompanhava as jogadas de perto. Quando algum atleta cometia alguma falta e se preparava para alguma reclamação, ele já estava tão próximo do lance, que inibia qualquer atleta. Não é árbitro que gosta de utilizar os cartões para intimidar o atleta. Tenta levar o jogo na conversa, porém, não deixa de aplicar o cartão, quando necessário. NOTA 9,5

PRINCIPAL DESTAQUE: O principal destaque para esta edição da Taça Cidade pouco jogou, porém, quando o fez, foi com muita personalidade e determinação. Com apenas 16 anos, DOUGLAS(BOTAFOGUINHO), jogou a grande final e participou de três gols de sua equipe. No início, como já se esperava, foi tímido e pouco apoiou. Quando viu que tinha espaço e que poderia decidir a partida, teve iniciativa e se constituiu numa das principais peças do campeão.

Para fazer justiça, caso Badim(BOTAFOGUINHO) jogasse a semifinal e a final, eu teria de escalar doze jogadores para esta seleção. O camisa 11 alvinegro foi o homem que desmontou todos os sistemas defensivos e um dos principais articuladores da equipe. Fez gols e formou uma dupla de ataque perfeita, ao lado de Ricardo Paraíba. NOTA 10,0

Parabéns a todos e, que no próximo ano, se Deus assim nos permitir, possamos estar juntos novamente.

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domingo, 28 de novembro de 2010

Botafoguinho goleia Operário por 4 a 0 e conquista título da Taça Cidade

Depois de quatro temporadas batendo na trave e correndo atrás do título da Taça Cidade, o Botafoguinho de Hélio Preto e do bairro Santo Antonio finalmente conquistou título inédito para suas cores. Para fechar a competição com chave de ouro, o alvinegro goleou o Operário por 4 tentos a 0 no Estádio Justiniano de Mello e Silva na noite deste sábado, 27, depois de uma campanha onde realizou oito jogos, obteve seis vitórias, um empate e apenas uma derrota. Assinalou 35 gols e sofreu apenas 11 e teve em Paraíba, o artilheiro da competição, com 18 gols. Maior artilheiro de todas as edições.

O jogo começou com o Botafoguinho querendo jogo e o Operário assustado com a pressão sofrida. Com dez minutos, o Botafoguinho já havia perdido três gols incríveis. Dois com Paraíba que, na cara de Sissi, bateu em cima do goleiro. A terceira chance ficou por conta de Douglas que, livre na cara de Sissi, ficou sem saber o que fazer com a bola e atrasou para o goleiro. O tricolor deu o troco aos 13, com Eduzinho que, num tiro esquinado, assustou Henzo.

Sem o meio campo Pedrinho e o atacante Wesley, principais jogadores de sua equipe e, com seu meio campo completamente perdido e apático, o Operário não conseguia construir jogadas de ataque que levasse perigo ao gol de Henzo. O Botafoguinho, jogando num 3-5-2, onde Xisto fazia o papel de líbero, jogando entre Célio Garcia e Daniel, queria jogo e matar o jogo ainda na primeira etapa. Aos 18, Paraíba recebeu bola pela direita da pequena área adversária e bateu forte para defesa parcial de Sissi. Douglas pegou o rebote e encheu o pé, para Sissi fazer outra grande defesa. Porém a bola sobrou novamente para Paraíba colocar no fundo das redes. Botafoguinho 1 x 0.

O tricolor sentiu o golpe, enquanto o alvinegro sentindo o bom momento foi pra cima na tentativa de ampliar o marcador. Numa bobeira de Neguinho na tentativa de sair jogando, Paraíba bateu-lhe a carteira, entrou na área e, na saída de Sissi, só rolou para Victor, com o gol vazio, ampliar para 2 x 0, aos 26. Dois minutos depois, timidamente, o tricolor chegou ao gol alvinegro. Após cruzamento de Filipe, Rafael subiu mais que a zaga e testou sobre o gol de Henzo.

Aos 31, foi Rafael quem quase entregou o ouro. Na tentativa de virar o jogo da esquerda para a direita, o atacante colocou a bola nos pés de Delei. O meio campista agradeceu a gentileza, avançou com a bola dominada, entrou na área e bateu na saída de Sissi, que fez a defesa com os pés. Tocando a bola com inteligência e jogando no erro adversário, o Botafoguinho fez 3 x 0 aos 42. O atacante Paraíba chutou de fora da área, Sissi fez defesa parcial e Nego pegou o rebote para decretar Botafoguinho 3 x 0 Operário, placar da primeira etapa, em nova bobeada geral do tricolor.

Para a segunda etapa, nada mudou. O alvinegro jogava tudo e o tricolor não jogava nada, apesar da alteração processada por Fortunato Soares em sua equipe. Dudu e Diogo cederam seus lugares a Elti e Leandro, respectivamente. Sem medo de ser feliz, o Botafoguinho foi pra cima e fez 4 x 0 logo aos 4, em novo erro da retaguarda tricolor. Desta vez foi Nego quem fez uma roubada de bola e serviu o artilheiro Paraíba. O artilheiro recebeu em boas condições de finalização, mas preferiu tocar de volta para Nego completar para o fundo das redes. Aos 14, numa falta mais forte sobre Paraíba, o zagueiro Abimael acabou expulso, complicando ainda mais a vida tricolor.

Se no Operário as alterações não surtiram o efeito esperado por seu treinador, no alvinegro, quem entrava, mantinha o mesmo padrão de jogo. Tocando a bola com simplicidade e inteligência, o Botafoguinho era dono absoluto da partida e, só não ampliou por desinteresse de seus jogadores. Na última chance de gol, Mayko fez verdadeiro carnaval pela direita de ataque e tocou para Giovani, livre de marcação e de frente para o crime, chutar a direita de Sissi. Depois desse lance, com a partida já decidida, o alvinegro só administrou o tempo para comemorar o primeiro título de sua história.

Foto: O garoto Douglas, principal destaque da partida

FICHA TÉCNICA:

OPERÁRIO: Sissi, Juninho, Neguinho, Abimael e Filipe; Marcinho, Dudu(Elti), Diogo(Leandro) e Tiaguinho(Diego); Eduzinho(Alonso) e Rafael(Rodriguinho). Treinador: Fortunato Soares
BOTAFOGUINHO: Henzo, Daniel, Célio Garcia e Xisto(Romário); Douglas(Toti), Duda, Delei(Fernandinho), Nego(Mayko) e Fé; Paraíba e Victor(Giovani). Treinador: Chiluca.
ÁRBITRO: Thiago Bozetti, com ótima atuação
ASSISTENTES: Flávio Viganô e Luzinete Gonçalves

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No jogo da revanche, Real Madri bate o Dom Bosco e fatura título no Máster

A tarde foi de revanche no Justiniano de Mello e Silva. Depois de conquistar, em 2009, o vice-campeonato, numa goleada sofrida, exatamente para o Dom Bosco, por 4 tentos a 1, o Real Madri, em tarde inspirada de Bimbim sapecou um 4 x 2 em seu adversário e abocanhou o título da V edição da Taça Cidade de Colatina Máster 2010, neste sábado, 27.

O jogo começou bastante movimentado, com as duas equipes dando espaços no meio campo e mostrando o bom toque de bola característico de ambas. Defendendo o título de campeão, foi o Dom Bosco quem chegou primeiro ao gol adversário logo aos 8 minutos. Soli bateu escanteio pela direita. A zaga do Real não conseguiu afastar o perigo e a bola sobrou para Claudio Cabeção, no meio da zaga, testar de cabeça à direita de Bilic.

O jogo era muito bom, com ligeiro predomínio do Real, que tinha Bimbim em grande forma, puxando as jogadas em contra ataques perigosos. O jogo parecia que seria decidido nos detaques. Numa bobeada do zagueiro Pádua, Bimbim fez uma roubada de bola na intermediária adversária, entrou na área e bateu na saída de Caxixa para colocar o Real na dianteira. 1 x 0.

Com a vantagem no marcador, o Real se tornou ainda mais insinuante e, com saídas rápidas para o ataque, deixava a defesiva alvianil em polvorosa. Aos 28, Valdecir colocou o atacante Dezoito livre na cara do gol. Sem goleiro, o atacante bateu fraco e Pádua evitou o que seria o segundo gol do Real. No alvianil, a melhor jogada de ataque consistia nos cruzamentos na área para o cabeceio de Claudio Cabeção. Muito pouco para quem pretendia o bicampeonato.

O Real era mais time, enquanto o Dom Bosco, com seu quarteto de meio campo bastante apagado e pouco produzia, aceitava a derrota passivamente. Aos 33’, depois de bate rebate na área alvianil, a bola sobrou para Marquinhos, de cabeça, testar para o fundo das redes e fazer 2 x 0. No último minuto, para complicar ainda mais a vida do alvianil, Naninha acabou expulso. Marquinhos foi lançado pelo meio, ganhou de Naninha na velocidade, mas acabou puxado por trás dentro da área. Pênalti bem marcado e cartão vermelho para o zagueiro. Displicente, Batistinha cobrou a penalidade e chutou para fora, enquanto o placar, sem movimentação, marcava Real Madri 2 x 0 Dom Bosco.

Com uma postura mais ofensiva, o Dom Bosco começou a segunda etapa de forma arrazadora e, logo aos 2, Dreda diminuiu. O meio campista recebeu ótimo passe de Arthur e, próximo à meia lua da grande área adversária, bateu pelo alto, sem chance de defesa para Bilic. 2 x 1. O Real não sentiu o golpe e partiu para o contra ataque. Numa jogada idêntica ao primeiro gol, aos 8, Bimbim fez outra roubada de bola em seu próprio campo, passou de passagem por dois adversários, driblou o goleiro Caxixa e só não entrou com bola e tudo porque teve humildade em gol. Real 3 x 1. E tome ducha de água fria no alvianil.

A partir do terceiro gol o Real passou a valorizar a posse de bola e diminuiu o ritmo para buscar fôlego e novas jogadas para ampliar o placar. Do outro lado, o Dom Bosco fazia mudanças em sua equipe, mas o time continuava apático. Em dois lances e duas belas jogadas, Bimbim deixou de ampliar aos 13 e 16, quando, depois de driblar meio time alvianil e, à frente do gol adversário, chutou para fora. Aos 23, foi o goleiro Caxixa quem evitou o quarto gol do Real. Depois de bela triangulação com Bimbim e Marquinhos, Valdecir recebeu bola dentro da área e bateu colocado para Caxixa se esticar todo e colocar a escanteio.

Com as mudanças processadas por Nelsinho, o Dom Bosco resolveu mostrar o seu bom futebol e chegou aos seu segundo gol. Depois de uma boa jogada pela direita, Tonho Luppi alçou bola na área e Pádua subiu livre para testar para o fundo das redes e diminuiu para 3 x 2, encostando perigosamente no placar, aos 27. Porém, a tarde era do Real e Nego Lê mostrou isso dez minutos depois. Próximo à grande área adversária, o meio campista tabelou com Belly e soltou um rojão no canto direito de Caxixa, para decretar o placar final de Real Madri 4 x 2 Dom Bosco e abocanhar o título de campeão de 2010.

Para chegar à final e conquistar o título, o Real somou 9 pontos na primeira fase, goleou os Leões por 8 x 0 na pré semifinal, empatou com o Acampamento em 1 x 1 na semifinal e obteve a vitória por 5 x 4 nos tiros livres diretos. O Dom Bosco também somou 9 pontos na fase de classificação, venceu o Frisa por 3 x 1 na pré semifinal e derrotou o Bela Vista por 2 x 1 na semifinal.

FICHA TÉCNICA:

REAL MADRI: Bilic, Mineiro(Cezinha), Joca, Corona e Batistinha; Nego Lê, Fuskinha, Bimbim e Valdecir(Marcos), Dezoito e Marquinhos(Belly). Treinador: Rogerinho
DOM BOSCO: Caxixa, Marquinhos(Tonho Luppi), Naninha, Pádua e Euzébio(Vacilão); Garrafa, Dreda(Reina), Soli(Toninho) e Arthur(Cal); Bombinha e Claudio Cabeção. Treinador: Nelsinho
ÁRBITRO: Paulo César Mello
ASSISTENTES: Edvaldo Elias Martins e Edmilson Alves

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